Embora o presidente dos EUA, Donald Trump, tenha alargado o prazo para resolver o problema do TikTok, a rede social ainda se encontram com um tempo limitado para realizar um acordo sobre o seu futuro.
No entanto, Trump parece ter os planos traçados para o que vai acontecer com a plataforma. Segundo as mais recentes revelações do mesmo, o negócio da venda do TikTok por parte da ByteDance a uma empresa norte-americana está previsto de acontecer antes de 5 de Abril – altura em que a extensão fornecida à plataforma termina.
O caso remota ainda à administração de Joe Biden, onde o TikTok foi ameaçado de ser banido dos EUA caso não deixasse de ter uma forte participação por parte da ByteDance, empresa chinesa atualmente no controlo da plataforma. Uma das formas de evitar o bloqueio da plataforma passaria por vender uma parte do TikTok a uma empresa americana.
Isto deveria ter acontecido até 19 de Janeiro de 2025, mas não se tendo realizado, a plataforma eventualmente ficou inacessível. Por sua vez, Donald Trump – que no seu primeiro mandato foi contra a plataforma e tentou mesmo bloquear o acesso à mesma – desta vez viu a rede social de vídeos como um forte apoio para a sua candidatura, e portanto, uma das suas promessas foi a de manter a plataforma ativa nos EUA.
Embora a plataforma ainda tenha ficado inacessível algumas horas na tomada de posse de Trump, este adiou o prazo para uma decisão sobre o futuro da mesma, e indicou que estaria a procurar formas de vender parte da rede social para uma entidade norte-americana.
Trump afirma que existem vários interessados na compra do TikTok, e embora não tenham sido adiantados nomes na altura, agora o presidente dos EUA revela que um acordo pode estar bastante perto de acontecer. O mesmo indica que existem alguns nomes principais na lista de interessados: Blackstone, Susquehanna International Group e General Atlantic.
Na eventualidade de um acordo de compra não ser realizado até 5 de Abril, a plataforma pode vir a ser novamente bloqueada, embora Trump já tenha indicado que pode voltar a alargar o prazo de bloqueio mais uma vez, evitando assim a medida.
Embora o TikTok tenha a sua raiz na China, a plataforma cresceu de forma a ser uma das mais importantes no mercado norte americano, contando com milhões de utilizadores ativos diariamente na mesma.
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