
O mercado global de dispositivos vestíveis atingiu novos recordes ao longo de 2025, com a marca chinesa a recuperar oficialmente a sua posição como a principal fabricante a nível mundial. Depois de uma disputa renhida, a marca garantiu uma quota de mercado de 18%, ultrapassando as principais rivais tecnológicas. Este marco é particularmente notável, pois representa a primeira vez que a empresa ocupa o primeiro lugar do pódio desde 2020. O sucesso foi impulsionado por uma forte procura dos consumidores em várias categorias de hardware, onde milhões de utilizadores continuam a confiar nas famosas pulseiras inteligentes e smartwatches da Xiaomi para a monitorização diária da saúde e do bem-estar.
O regresso ao topo e o desempenho dos rivais
O ano transato revelou-se extremamente positivo para o setor, com as remessas globais a ultrapassarem a marca dos 200 milhões de unidades. Este valor traduz-se num crescimento constante de 6% face ao ano anterior, evidenciando o interesse massivo dos consumidores por ferramentas digitais de saúde. A competição manteve-se feroz entre as três gigantes tecnológicas internacionais. Enquanto a fabricante chinesa garantiu a liderança com 18% da quota, a Apple assegurou a segunda posição com 17%, mantendo uma forte lealdade no segmento premium. Logo atrás, a Huawei conquistou o terceiro lugar com 16%, focando a sua estratégia em aplicações de saúde de nível médico. A fechar o lote das cinco maiores marcas surgem a Samsung e a Garmin, com quotas de mercado de 9% e 5%, respetivamente, segundo os dados revelados pelo IT Home.

Ecossistema e inovação ditam o sucesso
Os analistas da indústria apontam que o mercado está a transitar rapidamente de simples vendas de hardware para uma competição profunda focada nos ecossistemas. A vitória da líder atual deveu-se à sua estratégia sistemática em várias categorias de dispositivos, em vez de depender de um único produto estrela. A popular série de pulseiras inteligentes continua a gerar volumes massivos de vendas a nível mundial, garantindo o apelo no mercado de massas. Ao mesmo tempo, a inovação nos relógios de entrada de gama, que agora integram chips desenvolvidos internamente, oferece uma excelente funcionalidade e valor para os consumidores.
Esta partilha de dados e conectividade contínua entre equipamentos inteligentes constrói uma vantagem competitiva robusta. Com a melhoria constante dos serviços de subscrição e a introdução de funcionalidades de inteligência artificial, a indústria antecipa o lançamento de equipamentos ainda mais avançados para o final deste ano.












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