
A Google tomou uma decisão drástica em relação à sua aplicação Pixel Studio, lançada originalmente em 2024. A ferramenta, que se destacava pela criação e edição de imagens através de Inteligência Artificial generativa, viu agora as suas principais funcionalidades serem totalmente removidas com a chegada da versão 2.2.
O fim da magia generativa na edição
Com esta atualização, a capacidade de gerar autocolantes, apagar elementos indesejados ou transformar imagens através de comandos de texto desapareceu por completo. A aplicação, disponível nos modelos Pixel 9 e Pixel 10, ficou limitada a edições rudimentares, como adicionar texto, desenhar de forma simples ou recortar fotografias. Perante estas limitações, alternativas nativas como o Google Fotos acabam por oferecer uma experiência muito mais robusta para este tipo de tarefas básicas, segundo os detalhes partilhados pelo 9to5Google.
A transição para o ecossistema Gemini
O momento desta alteração está diretamente ligado à recente apresentação do Nano Banana 2, a nova aposta da tecnológica para a geração de imagens. Esta versão promete não só maior rapidez e eficácia, mas também a integração de funcionalidades de nível profissional para o público em geral, além de melhorias significativas na capacidade de gerar e traduzir texto.
A estratégia da empresa passa por centralizar todas estas ferramentas criativas no Gemini. Para os utilizadores que têm trabalhos guardados no Pixel Studio, foi prometida uma ferramenta de exportação para breve, embora a data exata de lançamento e o encerramento definitivo da aplicação ainda não sejam conhecidos. A recomendação atual é que os utilizadores comecem a transitar os seus fluxos de trabalho de edição de imagem para o novo ecossistema, garantindo que não perdem as suas criações e se habituam às novas dinâmicas da plataforma.












Nenhum comentário
Seja o primeiro!