
A segurança digital genérica já não chega para as exigências das grandes empresas e entidades públicas. Para responder a este desafio, a ESET anunciou o lançamento do portefólio ESET PRIVATE, uma gama de soluções de cibersegurança totalmente personalizadas para infraestruturas complexas e operacionais críticas, que será apresentada oficialmente durante o evento ESET World 2026.
Cibersegurança à medida dos riscos operacionais
O ecossistema ESET PRIVATE foi desenvolvido a pensar em ambientes corporativos e governamentais que enfrentam regulamentações estritas e riscos elevados, onde as alternativas padrão do mercado se mostram insuficientes. A nova oferta foca-se em desenhar a proteção em função do contexto específico de cada cliente, abrangendo desde a segurança de ambientes de tecnologia da informação (IT) e tecnologia operacional (OT) até capacidades avançadas de análise de ameaças e serviços geridos.
David Března, Vice-Presidente de Operações de CS e Scale Up da empresa, salienta que as organizações atuais procuram um apoio estratégico na gestão do ciber-risco, motivadas por mudanças geopolíticas e pela crescente complexidade das arquiteturas digitais. De acordo com o responsável, o papel da marca evoluiu para entregar ferramentas ajustadas ao negócio e ao cenário regulatório de cada setor.
Os cinco pilares do ecossistema ESET PRIVATE
A arquitetura desta nova proposta assenta em vetores fundamentais para garantir a resiliência digital das grandes organizações:
Personalização: Soluções moldadas aos requisitos técnicos e regulatórios de cada entidade.
Modularidade: Liberdade para combinar diferentes ferramentas conforme as prioridades do momento.
Flexibilidade: Opções de implementação tanto na nuvem como em servidores locais (on-premises).
Acompanhamento especializado: Apoio consultivo contínuo assente numa forte experiência setorial.
Gestão contínua: Monitorização ao longo de todo o ciclo de vida das soluções implementadas.
Esta abordagem flexível pretende resolver vulnerabilidades muito específicas do mercado atual, tais como ataques de phishing direcionados ao setor financeiro, a proteção de sistemas industriais legados ou os rigorosos critérios de soberania digital exigidos no setor público.












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