
Um utilizador do novo MacBook Pro equipado com o processador M5 Max deparou-se com um problema invulgar: o calor extremo gerado pelo equipamento causou manchas visíveis no próprio painel. A situação foi relatada numa publicação no Reddit, revelando que as saídas de ar inferiores dissiparam temperaturas tão elevadas que acabaram por danificar a estrutura do ecrã durante a execução prolongada de modelos de linguagem de inteligência artificial.
O impacto do processamento avançado no aquecimento
A utilização intensiva de modelos de IA exige o máximo da capacidade da máquina, o que naturalmente eleva a temperatura do dispositivo. No caso específico deste chip M5 Max, a plataforma chega a ultrapassar a marca dos 100ºC quando sujeita a cargas de trabalho totais. Foi este cenário de exigência máxima contínua que resultou no aparecimento de áreas ligeiramente descoloridas na zona inferior do ecrã, exatamente na área adjacente à expulsão do ar quente.
Limitações do sistema de refrigeração atual
O design térmico presente nos atuais modelos de portáteis da Apple baseia-se num único dissipador de calor e em duas ventoinhas de baixo perfil. Embora esta arquitetura seja adequada para tarefas de menor intensidade, mostra-se limitadora ao lidar com períodos longos de processamento extremo, resultando numa subida de temperatura substancial que afeta a estrutura exterior da máquina.
Apesar de ser um contratempo bastante incomodativo para quem investe num equipamento de topo, é possível solicitar a substituição imediata caso o utilizador tenha subscrito o serviço AppleCare+. Até ao momento, este parece tratar-se de um caso isolado, mas reacende o debate sobre a eficácia da refrigeração nestes computadores, merecendo atenção para evitar surpresas à semelhança do que aconteceu com os cabos derretidos nas placas gráficas.












Nenhum comentário
Seja o primeiro!