
O clássico natalício de 2000 poderá estar prestes a receber uma continuação no cinema, acompanhando a forte tendência atual de Hollywood em ressuscitar sucessos antigos de bilheteira. O ator Jim Carrey, o realizador Ron Howard e o produtor Brian Grazer encontram-se em fase de negociações para desenvolver a sequela do icónico filme de fantasia. A informação sobre o desenvolvimento do projeto foi avançada pelo The Hollywood Reporter.
Ainda não existem pormenores oficiais sobre o enredo desta nova produção, mas a equipa de guionistas já se encontra definida. O argumento ficará a cargo de Alec Berg, Jeff Schaffer e David Mandel, conhecidos pelo trabalho em séries de comédia de sucesso. Embora nenhum dos três argumentistas tenha estado envolvido na longa-metragem original lançada no início do milénio, o trio possui experiência na adaptação de obras do escritor Dr. Seuss, tendo assinado o guião do filme de imagem real de 2003 baseado no livro O Gato do Chapéu.
O impacto cultural e comercial do clássico natalício
A obra original baseia-se no livro infantil publicado em 1957, que ao longo das décadas inspirou várias adaptações de relevo na cultura popular, incluindo uma animação tradicional de 1966 e uma longa-metragem animada lançada em 2018. A versão protagonizada por Jim Carrey tornou-se um marco televisivo anual na época festiva e a sua popularidade mantém-se visível nas atrações dedicadas do parque temático da Universal.
No ano do seu lançamento, a produção conquistou o topo das bilheteiras nos Estados Unidos, superando filmes de grande orçamento como Missão Impossível II ou Gladiador, mantendo-se até hoje na lista das produções natalícias mais rentáveis da história do cinema.
Reconhecimento técnico e transformações no ecrã
Além do sucesso financeiro expressivo nos cinemas mundiais, a longa-metragem original recebeu o Óscar de Melhor Caracterização. A distinção deveu-se, em grande parte, ao complexo trabalho de efeitos visuais e à impressionante transformação física a que o ator principal se submeteu para dar vida à criatura verde.
O interesse do estúdio em avançar com a sequela surge numa altura em que outras propriedades intelectuais antigas também recebem novas produções agendadas, espelhando a estratégia comercial da indústria cinematográfica em apostar no fator nostálgico dos espectadores.












Nenhum comentário
Seja o primeiro!