
A Xiaomi revelou a nova opção de cor Sky Blue para o aguardado Redmi K90 Ultra, mesmo nas vésperas da sua apresentação oficial na China, agendada para amanhã, 30 de junho. Segundo as informações detalhadas pelo XimiTime, o dispositivo afasta-se do design puramente focado no gaming para adotar uma identidade visual muito mais premium, com acabamentos em metal e uma textura suave que reflete a luz de forma fluida.
A marca chinesa aposta forte nos materiais de construção nesta nova geração. O modelo integra uma moldura em liga de alumínio trabalhada em CNC e um acabamento anodizado, garantindo proteção total contra pó e água. O painel plano de 6.83 polegadas destaca-se pelas margens ultraleves e atinge um pico de brilho de 3500 nits. A taxa de atualização de 165Hz já suporta 165 frames por segundo de forma nativa em mais de quarenta jogos pesados, o que agradará a quem procura uma experiência fluida no telemóvel.
Desempenho bruto e autonomia prolongada
O interior do Redmi K90 Ultra é alimentado pelo poderoso processador Snapdragon 8 Elite, auxiliado por um chip gráfico dedicado D2 desenhado para otimizar o processamento visual nos videojogos. O sistema de arrefecimento herda a estrutura do K90 Max, mantendo o ruído baixo nos 32 decibéis mesmo sob forte exigência.

A bateria Jinshajiang chega com uma impressionante capacidade de 8550mAh e apresenta 16% de teor de silício ultra-elevado na sua composição, garantindo energia suficiente para sessões prolongadas de ecrã ligado. O carregamento com fios atinge a velocidade de 100W e permite ainda carregamento reverso a 22.5W para alimentar outros acessórios diretamente a partir do telemóvel. O dispositivo conta também com fornecimento direto de energia à motherboard durante os jogos, poupando o desgaste desnecessário das células da bateria.
Impacto e possível chegada ao mercado europeu
A conversão direta do preço anunciado para o mercado chinês coloca este equipamento num patamar muito competitivo, a rondar os 380 euros. Os consumidores em Portugal devem preparar-se para um valor final diferente e mais elevado. A estratégia habitual da Xiaomi dita que a família K Ultra chega aos mercados globais com uma nomenclatura própria, e tudo aponta para que este modelo venha a ser conhecido em solo europeu como o futuro Xiaomi 17T Pro.
Caso o histórico recente se mantenha, o preço nas lojas nacionais será superior devido à aplicação da taxa de IVA a 23% e outros impostos locais sobre equipamentos eletrónicos. Mesmo com os ajustes para o mercado português, as especificações apontam para uma proposta agressiva face à concorrência que exige rotineiramente valores muito acima dos mil euros por um nível de processamento comparável.












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