
A id Software revelou os detalhes da primeira expansão para DOOM: The Dark Ages, intitulada Revelations. Com chegada prevista para 7 de julho, o novo pacote promete transformar a experiência do shooter lançado em 2025, entregando até 12 horas de história principal, mecânicas de exploração inéditas e uma estrutura de final de jogo totalmente reformulada.
Numa apresentação detalhada partilhada pelo portal Voxel, os diretores Marty Stratton e Hugo Martin garantiram que o estúdio passou cerca de um ano a refinar este conteúdo. O volume de novidades é de tal forma extenso que equivale à junção dos dois pacotes adicionais de DOOM Eternal. A narrativa acompanha um momento crítico em que o Slayer sofre uma traição e perde o seu equipamento, servindo como uma ponte essencial para ligar os eventos mitológicos construídos pela franquia ao longo da última década.
Lança com Corrente e exploração ao estilo metroidvania
A grande estrela do novo sistema de combate será a arma secundária conhecida como Lança com Corrente. Esta ferramenta não serve apenas para perfurar demónios e destruir as suas armaduras, funcionando também como um gancho de mobilidade que permite movimentos ágeis pelas arenas. Dominar esta lança será crucial para sobreviver às dificuldades mais elevadas e aos novos inimigos, que incluem variações perigosas como os zumbis explosivos e o regresso de ameaças conhecidas como o Archvile.
Curiosamente, a progressão abandona os habituais corredores lineares assim que a campanha termina. Cerca de 40% da experiência de Revelations foca-se num formato de mapa interligado, onde os jogadores são encorajados a revisitar zonas antigas para encontrar segredos, resolver quebra-cabeças e enfrentar as complexas arenas especiais Slayer Trials. Adicionalmente, a atualização Ripatorium 3.0 vai introduzir novos mapas e opções de personalização profundas para quem procura afinar as suas táticas em combates infinitos.
Exigências técnicas de peso e disponibilidade
A expansão tem lançamento marcado para o computador, juntamente com as plataformas de nova geração PS5 e as consolas Xbox Series. Embora o preço ainda não seja conhecido no mercado nacional, as especificações técnicas para a versão de PC já foram divulgadas na plataforma da Valve e denotam uma forte exigência de hardware.
Para os entusiastas portugueses que jogam no computador, a implicação prática mais importante é a necessidade obrigatória de um disco SSD NVMe para garantir a fluidez da ação intensa. Os requisitos mínimos pedem processadores como o AMD Ryzen 7 3700X ou o Intel Core i7 10700K, além de placas gráficas com suporte a traçado de raios e pelo menos 8 GB de memória de vídeo. Quem desejar jogar com as definições gráficas no máximo a 1440p terá de elevar a fasquia para 32 GB de RAM e gráficas ao nível de uma RTX 3080 ou RX 6800.












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