
A Prosegur Cybersecurity revelou hoje dois novos módulos de segurança, designados xCope e xEcute, integrados no seu serviço de operações SOC by xMDR. O objetivo destas adições passa por encurtar a distância entre a identificação de uma ameaça digital e a respetiva resposta operacional, protegendo as infraestruturas das empresas num cenário de constante evolução tática dos atacantes.
Monitorização proativa além da rede local
O módulo xCope atua como um sistema de alerta precoce focado no exterior das organizações. Com a adoção massiva do teletrabalho e a transição de serviços críticos para a nuvem, a ideia de um perímetro de segurança tradicional deixou de ser eficaz. Esta ferramenta varre áreas não indexadas da internet à procura de potenciais riscos, como o registo de domínios fraudulentos que tentam imitar marcas legítimas ou a exposição de credenciais de colaboradores.
Luís Martins, Diretor-geral da divisão em Portugal, explica que a atividade maliciosa contra as empresas ganha forma muito antes de atingir os sistemas internos. A capacidade de vigiar e antecipar estes movimentos externos, monitorizando vulnerabilidades e a utilização abusiva do nome das organizações, torna-se um elemento preventivo vital para a operação e reputação das marcas no mercado nacional. Ajustado a diferentes níveis de serviço, o sistema adequa-se ao perfil de exposição de cada cliente.
Execução rápida e processos otimizados
Para complementar a capacidade de deteção externa, a empresa introduziu o xEcute, uma plataforma focada especificamente na automação de processos. Este sistema orquestra fluxos de trabalho que sincronizam as várias equipas, tecnologias e procedimentos operacionais, permitindo que ações de contenção previamente aprovadas sejam executadas de forma imediata.
A redução substancial do esforço manual nas tarefas de mitigação diminui a janela temporal em que os dados de uma empresa ficam expostos durante um incidente. Ao modernizar a resposta às ameaças, as organizações conseguem garantir que as manobras críticas de defesa são coordenadas com a rapidez e a precisão exigidas pelo atual ecossistema de risco, oferecendo um nível de eficiência operacional que os modelos tradicionais de intervenção manual já não conseguem acompanhar.












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