
A marca de tecnologia prepara-se para mostrar o modelo base da sua próxima gama durante a feira ChinaJoy 2026, um evento asiático a decorrer de 31 de julho a 3 de agosto. Segundo os dados divulgados pelo XimiTime, análises aos ficheiros internos da fabricante revelaram as características centrais dos futuros terminais, confirmando uma forte aposta em baterias de longa duração e componentes vocacionados para a máxima performance a chegar ao mercado.
Processadores de topo e autonomias prolongadas
As linhas de código confirmam que os novos telemóveis integram a plataforma SM8850, correspondente ao processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, indicando que a marca planeia utilizar a geração de chips de 2025 do seu ciclo anterior em vez de aguardar por alternativas futuras. O modelo base, internamente designado pelo código Q11 (Athens), deverá receber uma bateria superior a 8.000 mAh. O patamar de topo será ocupado pela versão Pro Max, identificada como Q11X (Songyuan), cujo acumulador de energia deverá atingir a notável marca dos 10.000 mAh no mercado chinês.
Os dois smartphones contarão com um sistema de carregamento rápido por fio de 100 W e suporte para carga sem fios a 50 W. Para assegurar a durabilidade face a diferentes ambientes, está prevista uma certificação IP que os protege contra poeira e água, ainda que a classificação de resistência exata permaneça sob segredo para já. Ao nível fotográfico, a adoção de um provável novo formato horizontal no módulo traseiro deverá acomodar uma câmara principal capaz de captar imagens a 200 MP, enquanto as especificações das restantes lentes continuam por desvendar.
Taxas de atualização elevadas e integração global
Os fornecimentos de ecrã ficaram a cargo da TCL, que irá entregar painéis AMOLED desenhados para operar com taxas de atualização que chegam aos 185 Hz, adequando os dispositivos a cenários de consumo rápido de conteúdos. Para garantir a autenticação biométrica, os utilizadores beneficiarão de um leitor de impressões digitais ultrassónico encarregue de mapear dados tridimensionais a partir do próprio painel com recurso a ondas sonoras.
A revelação oficial ficará possivelmente limitada ao equipamento padrão, com a chegada do REDMI K100 Pro Max a materializar-se apenas numa fase posterior. O software de lançamento engloba a interface HyperOS 3.1 na China, com a perspetiva de se abrir caminho à evolução natural para a quarta iteração do sistema baseado em Android 17. O público ocidental acabará por se deparar com esta engenharia, uma vez que as evidências indicam a transformação direta destas unidades nas versões globais POCO F9 Pro e POCO F9 Ultra.












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