
A Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML) anunciou, em comunicado oficial, a introdução da plataforma GO, uma ferramenta tecnológica desenvolvida internamente para otimizar o planeamento, a operação e a monitorização dos transportes públicos. Assente na interoperabilidade e na transparência, a solução pretende responder de forma direta às necessidades das autoridades e dos operadores da região, promovendo uma mobilidade diária mais eficiente.
Com o objetivo de criar um ecossistema unificado e orientado por dados, a plataforma centraliza informações críticas da rede. Esta uniformização já apresenta resultados práticos e visíveis para os passageiros: é através desta nova infraestrutura tecnológica que a aplicação navegante
consegue, hoje, agregar e disponibilizar informação em tempo real sobre os horários e percursos de todos os operadores que integram a Área Metropolitana de Lisboa (AML).
Eficiência operacional e avaliação constante
Entre as principais valências do GO destacam-se a capacidade de gerir a oferta de transporte, acompanhar o cumprimento contratual de cada operador e avaliar indicadores de desempenho contínuos. A ferramenta junta num único espaço digital os detalhes de percursos, horários, procura e títulos de transporte, permitindo reduzir redundâncias e acelerar a tomada de decisão por parte das entidades competentes.
Na prática, para quem utiliza os transportes na AML, isto traduz-se numa maior fiabilidade da rede e num esforço de melhoria contínua do serviço prestado aos cidadãos. O desenvolvimento deste recurso resulta de um investimento direto da TML na capacitação das suas equipas técnicas, cruzando especialistas em tecnologia com responsáveis de gestão operacional.
Lançamento e expansão do conhecimento
O lançamento oficial da plataforma decorreu nas instalações da empresa, durante o evento "GO Live | Por Trás de uma Mobilidade Integrada", que reuniu representantes do Governo, da AML, dos municípios e de diversas entidades do setor. A sessão de apresentação contou com as intervenções de Carlos Moedas, Presidente do Conselho Metropolitano de Lisboa, de Carlos Humberto de Carvalho, Presidente do Conselho de Administração da TML, e de elementos do Departamento de Gestão Operacional.
Este primeiro evento serviu não apenas para marcar a estreia do sistema, mas sobretudo para partilhar a tecnologia com outras autoridades e operadores de transporte. A TML assegura assim que o conhecimento desenvolvido internamente possa ser aproveitado de forma ampla, revertendo a favor de todo o ecossistema de mobilidade pública.












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