
Com os recordes de temperatura a marcarem os meses de verão um pouco por todo o mundo, as soluções tecnológicas para contornar o calor continuam a multiplicar-se. Segundo detalhado no site oficial da Aoyama, a marca japonesa de vestuário começou a comercializar uma camisa equipada com ventilação ativa para enfrentar os dias com humidade mais extrema.
O regresso da roupa climatizada
A ideia de integrar sistemas de refrigeração no vestuário está longe de ser nova. No Japão, o conceito das jaquetas Kūchōfuku ganhou popularidade no final dos anos 1990 e início dos anos 2000. A proposta atual da Aoyama insere-se na linha "FZN Air-Conditiond God Clothing" e apresenta um formato consideravelmente menos volumoso do que as iterações clássicas do mercado.
Para garantir a segurança e o conforto, a peça não foi desenhada para ficar justa ao corpo. Esta folga no tecido é essencial para permitir a circulação do caudal de ar e manter as pás em movimento afastadas da pele do utilizador. Um pormenor prático do design desta versão é a sua estrutura planeada para impedir que a roupa infle de forma artificial e indesejada quando o sistema arranca.
Três velocidades e componentes modulares
O circuito de arrefecimento é composto por dois ventiladores laterais, com um peso de 95 gramas cada. A energia é fornecida por uma bateria portátil de 165 gramas, estando a ligação assegurada através de um cabo USB incluído com a peça.
A autonomia total depende diretamente da intensidade de uso, que se divide em três velocidades distintas. Na configuração alta, o equipamento consegue funcionar durante cerca de 3,5 horas. Ao reduzir para o nível médio, o tempo de operação estende-se para as 5 horas, enquanto a velocidade baixa consegue oferecer até 10 horas de funcionamento contínuo.
Todos os elementos eletrónicos são totalmente extraíveis do tecido. A funcionalidade permite lavar a peça de forma segura ou usá-la como uma simples camisa-chaqueta convencional. A fabricante deixa ainda o aviso direto aos consumidores para evitarem o uso de módulos de terceiros, alertando para potenciais quebras de compatibilidade com o circuito original.












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