
As primeiras fotografias da componente interna do iPhone 18 Pro Max revelam um salto na capacidade energética do novo topo de gama da Apple. A produção na China já arrancou e confirma dados divulgados pelo GSMArena, antecipando uma autonomia reforçada para a versão equipada exclusivamente com eSIM.
Diferenças de capacidade entre eSIM e cartão SIM físico
A variante do modelo Pro Max destinada ao mercado chinês, que inclui gaveta para cartão SIM físico, integra um componente com 5.391 mAh. Em contrapartida, a versão sem entrada física, limitada à tecnologia eSIM, alcança os 5.567 mAh de capacidade total, aproveitando o espaço interno libertado pelo leitor de cartão.
Este aumento representa um ganho entre 9% e 12% face à geração anterior. O reforço da bateria privilegia quem procura maior durabilidade por carregamento no uso diário num telemóvel de grandes dimensões.

Modelo Pro mantém crescimento modesto de bateria
No caso do iPhone 18 Pro de menor dimensão, os dados indicam um progresso mais contido. A versão com cartão SIM físico possui 4.056 mAh, enquanto a variante eSIM atinge os 4.288 mAh, o que equivale a uma subida de apenas 1% a 2% em comparação com o modelo anterior.

O alinhamento técnico de ambos os modelos inclui o processador Apple A20 Pro, 12 GB de memória RAM e opções de armazenamento até 1 TB. O ecrã Super Retina XDR OLED funciona a 120 Hz, apresentando 6,4 polegadas na versão Pro e 7 polegadas no Pro Max. Ambos integram a Dynamic Island reduzida com Face ID sob o ecrã, modem Apple C2 com ligação 5G via satélite, certificação IP68 e suporte para carregamento de 25 W sob o sistema operativo iOS 27.
O sistema fotográfico partilhado junta três sensores traseiros de 48 MP, incluindo uma câmara principal com abertura variável e estabilização Sensor-Shift, acompanhada por lentes periscópio e ultrawide. Na parte frontal, encontra-se uma câmara de 18 MP com foco automático.
O anúncio oficial da série mantém-se apontado para setembro. Contudo, desafios no fornecimento de componentes e no envio de encomendas podem provocar atrasos na disponibilidade e ditar um agravamento do preço de venda dos equipamentos.












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