
O projeto que procurava renovar a presença da rede social Twitter foi forçado a mudar de identidade, alterando a sua designação de Twitter.now para Tweet.app na sequência de uma providência cautelar emitida por um Tribunal Federal dos EUA. A decisão judicial proíbe a utilização da marca "Twitter", mas abriu caminho para o uso do termo "tweet" e do logótipo do pássaro azul.
Uso do nome Twitter proibido, mas termo "tweet" fica livre
Na decisão inicial sobre o pedido de providência cautelar por infração de marca registada, o juiz distrital Colm Connolly determinou que a utilização do nome "Twitter" pela startup Operation Bluebird causaria confusão entre os consumidores. No entanto, o tribunal concluiu igualmente que a X Corp terá provavelmente abandonado os direitos sobre a palavra "tweet" e sobre o emblemático logótipo do pássaro.
Com este entendimento, a justiça recusou proibir o uso da marca "Tweet" e do símbolo do pássaro, considerando provável que a startup consiga demonstrar em julgamento o abandono desses ativos por parte da X Corp. Na secção de perguntas frequentes da sua página oficial, a equipa da Tweet.app confirma que o tribunal não bloqueou a utilização destes dois elementos.
Lista de espera ultrapassa os 172.000 inscritos
Apesar da alteração forçada de nome, a plataforma continua ativa na fase de adesão prévia. Informações avançadas pelo portal TechCrunch indicam que mais de 172.000 utilizadores já se inscreveram na lista de espera para reservar um nome de utilizador, num processo com o custo de 20 dólares.
O serviço disponibiliza ainda um nível denominado "Fighter", pelo valor de 40 dólares, que inclui as regalias de fundador, como um número e um distintivo exclusivos, além de um emblema especial de fisga no perfil. Embora a providência cautelar já tenha sido decidida, o processo principal por infração de marcas registadas continua a decorrer nos tribunais e deverá seguir para julgamento.







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