
Poucos dias após o anúncio do Google Pixel 10a, os olhares já se viram para a próxima geração de telemóveis da marca. A base de dados do Geekbench registou recentemente um equipamento que levanta o véu sobre o processador Tensor G6, que pode vir a ser o motor da linha Google Pixel 11. A listagem refere o nome de código "Google Kodiak", uma designação já conhecida das fugas de informação do Pixel 10 Pro XL, mas cujas especificações apontam agora numa direção diferente.
Uma arquitetura invulgar de sete núcleos
O grande destaque desta listagem vai para a configuração interna do chip. Ao contrário do Tensor G5 que equipa a série Pixel 10, com os seus oito núcleos tradicionais, este novo componente apresenta uma estrutura atípica de sete núcleos. A distribuição divide-se num núcleo principal Arm C1-Ultra a atingir os 4,11 GHz, acompanhado por quatro núcleos Arm C1-Pro a 3,83 GHz e, por fim, dois núcleos adicionais Arm C1-Pro mais contidos a 2,65 GHz.
As frequências do novo chip superam as do seu antecessor, e a componente gráfica também sofreu alterações, figurando agora com a GPU PowerVR C-Series CXTP-48-1536. A título de comparação, o atual Pixel 10 Pro XL utiliza um esquema octa-core focado num núcleo Cortex-X4 a 3,78 GHz, cinco núcleos Cortex-A725 a 3,05 GHz e dois núcleos Cortex-A520 a 2,25 GHz, suportados pela gráfica PowerVR DXT-48-1536.

Desempenho em fase de testes ou falso alarme?
Apesar dos números curiosos e da novidade do registo, os resultados obtidos neste teste não são promissores para um equipamento de topo. As pontuações registadas atingem marcas baixíssimas, ficando mesmo aquém do que é habitual em telemóveis de gama média, o que sugere que o desempenho não está a ser medido na sua totalidade.
Este cenário permite imaginar que o chip ainda não passou pelas devidas otimizações de software ou que se trata apenas de uma versão inicial. Por outro lado, existe a possibilidade de estarmos a lidar com um registo falso, um protótipo ou um equipamento mal identificado na plataforma. A série Pixel 11 não deve ser vista oficialmente até à chegada do próximo verão no hemisfério norte, que acontece entre 21 de junho e 23 de setembro de 2026, conforme detalhado na publicação original da Gizmochina.












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