
A Sony Interactive Entertainment parece estar a traçar o caminho para a próxima geração de consolas com objetivos ambiciosos. Segundo as revelações feitas pelo canal Moore’s Law Is Dead, a marca pretende que a PlayStation 6 consiga sustentar o padrão de resolução 4K a 120 FPS com o Ray Tracing ativo, mantendo a previsão de lançamento para o final de 2027.
Poder gráfico quadruplicado e Ray Tracing ultra-rápido
A nova consola da PlayStation promete oferecer quatro vezes mais poder gráfico bruto do que o modelo atual, recorrendo a uma arquitetura personalizada da AMD. As informações indicam que o sistema terá uma GPU com 54 unidades de computação e frequências a rondar os 3 GHz, o que resulta numa capacidade de processamento aproximada de 40 teraflops.
Este salto tecnológico foca-se na saturação da experiência em Ultra HD com taxas de fotogramas elevadas, aproveitando a crescente adoção de televisores com painéis de 120 Hz. No que toca à iluminação global, as estimativas apontam para um desempenho em Ray Tracing até 12 vezes mais veloz do que o verificado no modelo original lançado em 2020.
Arquitetura híbrida para eliminar a latência
Para o processamento central, a estratégia passa por uma divisão inteligente de núcleos para minimizar a latência. O sistema deve operar com oito núcleos Zen 6C dedicados em exclusivo aos videojogos, enquanto dois núcleos Zen 6 de baixo consumo ficam responsáveis pela gestão do sistema operativo e de todos os processos que decorrem em segundo plano. Com esta configuração, a CPU poderá entregar um desempenho até quatro vezes superior ao silício que equipa a PS5.
A viabilidade deste cronograma é reforçada por reservas de produção na TSMC para chips com o processo de 3 nanómetros a partir de 2027. Mesmo com as oscilações no mercado de memórias e os desafios logísticos na cadeia de abastecimento, o planeamento mantém o ciclo habitual de sete anos. Com este hardware capaz de sustentar 120 FPS com Ray Tracing pesado de forma nativa, o objetivo é acabar com a escolha obrigatória entre o modo fidelidade e o modo performance, estabelecendo um novo padrão de fluidez para a próxima década.












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