
A Samsung introduziu uma das novidades mais interessantes no Galaxy S26 Ultra, o chamado ecrã de privacidade. Mas porque não chegou esta tecnologia mais cedo ao mercado? Won-Joon Choi, COO da Samsung MX, veio a público esclarecer que a funcionalidade foi deliberadamente adiada no modelo anterior, o Galaxy S25 Ultra, para garantir que atingia a maturidade técnica exigida pelos utilizadores, conforme detalhado no Sammy Fans.
Quatro anos de desenvolvimento para um bloqueio perfeito
A tecnologia, baseada no painel Flex Magic Pixel OLED, atua de forma física para bloquear a emissão de luz em ângulos laterais. Na prática, isto impede a monitorização visual por terceiros em espaços públicos. Segundo Choi, o desenvolvimento desta engenharia em conjunto com a Samsung Display demorou quatro anos.
Embora o conceito já estivesse funcional na geração passada, a integração final apresentava desafios que poderiam comprometer a experiência de utilização. Ao esperar mais doze meses, a fabricante conseguiu assegurar que a invisibilidade total a partir dos 60 graus não prejudicava a fidelidade das cores nem o brilho máximo do ecrã, elementos de hardware que os clientes da linha Ultra não dispensam.
A vantagem sobre a concorrência e o futuro nos dobráveis
Ao contrário de películas aplicadas no vidro ou simples truques de software, esta solução está integrada na própria estrutura dos píxeis, permitindo aos utilizadores ligar ou desligar a proteção consoante a sua necessidade do momento.
Este avanço tecnológico coloca a fabricante sul-coreana num patamar de destaque face à Apple, que na sua linha iPhone 17 se limitou a implementar melhorias contra os reflexos, e serve como uma resposta direta às marcas chinesas que planeiam lançar tecnologias semelhantes para o final deste ano. Ao assumir o atraso, a marca transforma uma aparente falha de calendário num certificado de rigor, com a estratégia a passar agora por expandir esta arquitetura de segurança aos equipamentos dobráveis da linha Galaxy Z.












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