
O novo telemóvel dobrável da marca sul-coreana, oficializado no final de julho deste ano, acaba de ser colocado à prova num exigente exame de resistência. Segundo o vídeo publicado pelo canal JerryRigEverything no YouTube, o equipamento demonstrou uma assinalável integridade estrutural, confirmando evoluções face ao antecessor, embora ainda retenha os pontos vulneráveis característicos do seu formato.
Ecrãs e exposição ao fogo
A avaliação de riscos aos ecrãs confirmou as expectativas para esta categoria de dispositivos da Samsung. O painel interno flexível começou a exibir marcas menores logo a partir do nível 2 de dureza na escala de Mohs. Por sua vez, o ecrã externo comportou-se de forma equiparável a um vidro tradicional, apresentando danos ligeiros no nível 6 e riscos mais profundos no nível 7.
A exposição direta à chama de um isqueiro revelou a sensibilidade dos materiais. O ecrã interior do Galaxy Z Fold 8 sofreu danos irreversíveis após apenas sete segundos de contacto com o fogo, ao passo que o painel exterior demorou cerca de 10 segundos até apresentar marcas.
Estrutura metálica e módulo de câmaras
Um dos elementos em maior destaque na análise foi a construção da dobradiça. O mecanismo provou ser firme e bloqueou a entrada de detritos mesmo quando exposto diretamente a uma porção de areia. Em contraste, o bloco que aloja as câmaras gerou alguma facilidade em ser danificado: apesar de a traseira do telemóvel ser revestida a vidro e os aros das objetivas serem metálicos, a estrutura do módulo é fabricada em plástico, resultando em riscos sem aplicar muita pressão.
Para finalizar a avaliação, o smartphone foi submetido ao rigoroso teste de curvatura. O equipamento conseguiu sobreviver quando dobrado com força em ambos os lados, não registando qualquer anomalia no funcionamento da tela flexível nem quebras nos seus componentes internos.












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