
Xiaomi apresentou na China o Redmi 17C, um smartphone de baixo custo concebido para utilizadores que procuram um ecrã generoso e uma autonomia duradoura. Este novo dispositivo assume-se como o sucessor direto do Redmi 15C, deixando de fora a nomenclatura 16C neste alinhamento. Segundo os dados partilhados pelo Gadgets360, o modelo foca-se na execução de tarefas diárias simples, eliminando recursos supérfluos para manter um preço competitivo.
Desempenho equilibrado e ecrã mais fluido
O dispositivo vem equipado com um painel de 6,88 polegadas com resolução HD+ de 720 x 1640 píxeis, capaz de atingir uma taxa de atualização de 120Hz. O ecrã suporta ainda uma amostragem de toque de 240Hz e oferece uma luminosidade máxima de 600 nits. Na componente interna, a marca optou por integrar o processador MediaTek Helio G81 Ultra, que trabalha em conjunto com a placa gráfica ARM Mali-G52 MC2. No mercado local, o telemóvel da Xiaomi chega com 4GB de memória RAM e variantes com armazenamento interno até 128GB, correndo o sistema operativo HyperOS 3.
Autonomia reforçada e extras práticos
Um dos aspetos mais vincados do equipamento é a sua bateria de 5160 mAh, pensada para suportar longas jornadas longe da tomada. Por se tratar de um modelo de entrada, o conjunto de câmaras é modesto, incorporando um sensor traseiro principal de 13 MP e uma câmara frontal de 5 MP. Nas conexões, o modelo assegura o suporte para redes 4G, Wi-Fi 5, Bluetooth 5.4 e vários sistemas de navegação por satélite. Mantém-se presente a entrada física de 3,5 mm para auscultadores com fios e um sensor de impressões digitais embutido no botão lateral.

Preço de referência e contexto de mercado
A comercialização arrancou inicialmente na China e a marca ainda não detalhou os planos para um eventual lançamento global. No que toca a custos, a versão de 4GB de RAM e 64GB de espaço interno fixa-se nos 999 yuan, o que se traduz em cerca de 135 euros numa conversão direta (aproximadamente 147 dólares). A opção superior, com 4GB de RAM e 128GB de armazenamento, custa 1099 yuan, perto de 150 euros (cerca de 162 dólares). Embora estes valores sirvam de orientação, os consumidores em Portugal devem contar com reajustes habituais devido ao IVA e às taxas de importação europeias caso o modelo chegue aos canais de distribuição nacionais.












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