
O evento de setembro da Apple está a aproximar-se e, com ele, crescem os rumores sobre a próxima geração de smartphones da marca. Segundo dados revelados pelo Notebookcheck, que teve acesso a um registo de diagnóstico interno exposto após uma falha de segurança na Tata Electronics, o iPhone 18 Pro Max vai mesmo receber uma lente de abertura variável na sua câmara principal, confirmando as suspeitas de analistas do setor.
A novidade promete elevar o patamar da fotografia móvel nos dispositivos da Apple, mas poderá vir acompanhada de um impacto direto na carteira dos consumidores.
Sensor renovado e abertura variável
O documento técnico indica que o modelo topo de gama da fabricante vai estrear o sensor Sony IMX905 na câmara principal. Este componente substitui o IMX903 utilizado na geração anterior, embora mantenha o tamanho de píxel nos 1,22 μm. O grande destaque vai para o suporte de abertura variável, um mecanismo mecânico calibrado através da memória não volátil do sensor que ajusta a entrada de luz conforme as condições do ambiente.
Para quem esperava uma revolução total no sistema fotográfico, os dados trazem alguma contenção. As restantes câmaras traseiras — a ultra grande angular e a teleobjetiva —, bem como a câmara frontal e o recetor LiDAR do iPhone 18 Pro Max, permanecem exatamente iguais aos do modelo do ano passado.
Design familiar e custos acrescidos
A nível estético, as imagens associadas à fuga de informação sugerem que a linha de design geral não sofrerá alterações drásticas. Contudo, os novos telemóveis poderão registar um ligeiro aumento na espessura total da estrutura, uma alteração necessária para acomodar baterias de maior capacidade.
Esta atualização tecnológica na câmara, contudo, não será barata. Os relatórios indicam que o preço médio de produção destas lentes com abertura variável subiu cerca de 50% este ano. Este aumento nos custos de fabrico poderá refletir-se no preço final de venda ao público da linha iPhone 18 Pro. Depois de os consumidores terem enfrentado agravamentos de preço recentes em gamas como o iPad ou os computadores Mac, os novos smartphones da gigante de Cupertino parecem ser os próximos na lista a ficar mais caros no mercado europeu.












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