
A OPPO recorreu às suas redes sociais oficiais nesta segunda-feira para revelar, de forma definitiva, o design e as principais características do seu próximo smartphone, o OPPO A7 Pro Max. O dispositivo foca-se no segmento de gama média com especificações equilibradas, mas destaca-se na autonomia.
Conforme avança o portal Gizmochina, o visual traseiro do telemóvel apresenta uma abordagem estética vincada, onde o módulo de câmaras ocupa toda a largura superior da carcaça, exibindo um ligeiro relevo que acomoda os sensores fotográficos e o flash LED. O corpo do equipamento, desenhado em tons de azul-claro, concentra os botões de volume e de energia na lateral direita, apresentando uma espessura total de 8,47 mm e um peso de 226 gramas.
Autonomia gigante com carregamento de 80W
O principal argumento comercial do novo membro da linha A reside na sua capacidade energética. A marca chinesa implementou uma célula massiva de 10 000 mAh, uma marca muito superior à média atual da indústria. Para suportar este volume, o smartphone integra uma tecnologia de carregamento rápido de 80W, reduzindo o tempo necessário junto à tomada.
Em termos de desempenho, a fabricante optou pela plataforma Snapdragon 4 Gen 5 da Qualcomm. Esta configuração de hardware será acompanhada por variantes que alcançam os 12 GB de memória RAM e até 512 GB de capacidade de armazenamento interno.
Ecrã OLED de alta resolução e sensores de 50 MP
Na parte frontal, o smartphone ostenta um ecrã OLED de 6,78 polegadas com resolução de 1,5K. O painel suporta uma taxa de atualização de 120 Hz e acolhe o leitor de impressões digitais embutido sob o vidro para a autenticação biométrica dos utilizadores.
No domínio da fotografia, o conjunto traseiro é composto por um sensor principal de 50 MP e uma lente auxiliar secundária de apenas 2 MP. Já a câmara dedicada às selfies, posicionada na parte superior do ecrã, conta igualmente com uma resolução de 50 MP.
Para já, a tecnológica ainda não confirmou os preços oficiais nem a data exata de lançamento para o mercado europeu, restando aguardar pelas próximas semanas para perceber o impacto de impostos e taxas na sua chegada a Portugal.












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