
A inteligência artificial está a ganhar cada vez mais terreno, e a Meta não quer ficar para trás. A gigante das redes sociais acaba de lançar uma nova funcionalidade na sua aplicação Meta AI, para Android e iOS, chamada Vibes. Imagine um feed do TikTok, mas onde tudo o que vê é criado por um modelo de IA. É essa a promessa.
Segundo a Meta, esta funcionalidade, que se encontra numa fase inicial de testes (early preview), pretende ser uma fonte de inspiração criativa para os utilizadores.
Como funciona esta nova experiência?
O Vibes foi desenhado para facilitar a descoberta de inspiração e a experimentação com as ferramentas de multimédia da Meta AI. Os utilizadores podem criar o seu próprio conteúdo de IA do zero ou, de forma mais interessante, remisturar os vídeos publicados por outros.
É possível adicionar novos elementos visuais, uma camada de música diferente ou até ajustar o estilo da animação para dar um toque pessoal. Para ajudar à criatividade, os "prompts" de texto utilizados para gerar os vídeos ficam visíveis na descrição de cada um.

Uma interface familiar e partilha facilitada
Para aceder ao feed do Vibes, basta tocar no ícone da bússola no canto inferior direito do ecrã. A interface será imediatamente familiar para quem usa o Reels ou o TikTok, com botões para Gostar, Remisturar, Comentar e Partilhar dispostos verticalmente.
É ainda possível classificar um vídeo como "Bom" ou "Mau" e, embora não se possam pesquisar criadores, é possível aceder aos seus perfis para ver outras criações. Os vídeos criados podem ser partilhados no próprio feed do Vibes, enviados por mensagem direta ou publicados diretamente nas Stories e Reels do Instagram e Facebook.
O futuro é personalizado (e ainda em testes)
A Meta refere que, à medida que o utilizador interage com os vídeos, o feed do Vibes tornar-se-á cada vez mais personalizado, aprendendo com as suas preferências.
No entanto, a empresa manteve o secretismo sobre quando a funcionalidade sairá da fase de testes e estará disponível para todos os utilizadores. Resta agora saber se esta aposta da Meta conseguirá cativar o público num mercado já saturado de vídeos curtos.