
Os rumores sobre o primeiro smartphone dobrável da Apple continuam a ganhar força. Segundo informações detalhadas pelo HDBlog, o aguardado equipamento deverá ser acompanhado por uma versão redesenhada do iOS, especificamente otimizada para tirar partido de ecrãs de maiores dimensões.
Uma interface inspirada no iPad
Mark Gurman, jornalista da Bloomberg e especialista no ecossistema da Apple, indica que a empresa não vai utilizar o iPadOS neste novo dispositivo. Em vez disso, a fabricante está a preparar um iOS modificado que partilha várias semelhanças com a experiência dos tablets.
Entre as novidades planeadas, destaca-se a capacidade de colocar duas aplicações abertas lado a lado no ecrã interior. Além disso, os programas nativos vão incorporar barras laterais do lado esquerdo, uma funcionalidade que os utilizadores de iPad já conhecem bem. Os programadores também terão acesso a ferramentas para adaptar as suas criações a esta nova interface, adotando proporções semelhantes ao modo de ecrã horizontal dos tablets.
Ecrãs imersivos e inspiração na concorrência
No que diz respeito ao hardware, as informações sugerem que o painel interno terá 7,58 polegadas, destacando-se pela ausência de um vinco visível. Para garantir este acabamento, a marca poderá utilizar uma solução de engenharia muito semelhante à que encontramos no OPPO Find N6. Por outro lado, o ecrã exterior deverá ficar pelas 5,25 polegadas, um tamanho ligeiramente superior ao do iPhone SE de 2022.
O lançamento do telemóvel tem sido adiado enquanto a fabricante resolve vários obstáculos técnicos. A durabilidade do ecrã flexível e a resistência aos ciclos de abertura e fecho são prioridades máximas antes de o produto chegar às lojas.
O regresso do Touch ID e preço apontado
Um dos pormenores mais interessantes prende-se com a segurança biométrica. A espessura reduzida do ecrã poderá impossibilitar a integração dos sensores necessários para o Face ID. Como resultado, é possível que a empresa recupere o Touch ID para o desbloqueio. Esta alteração também pode originar o primeiro iPhone com um recorte circular dedicado à câmara frontal.
Na traseira, o dobrável deverá contar com um módulo de apenas duas lentes. Toda esta aposta na produtividade tem como objetivo atrair os entusiastas do formato que atualmente utilizam Android, mesmo considerando o valor exigido. Estima-se que a novidade chegue ao mercado com um preço a rondar os 2000 dólares (cerca de 1850 euros).












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