
Já se passaram quase sete anos desde que a Samsung lançou o seu primeiro telemóvel dobrável, e a espera por uma alternativa da Apple continua. Embora as expectativas apontassem para um lançamento em 2026, novas informações indicam que o primeiro dispositivo dobrável da empresa pode enfrentar atrasos. Segundo uma publicação do conhecido informador Instant Digital na rede social Weibo, a Apple continua a debater-se com problemas no design da dobradiça do também apelidado de iPhone Ultra.
Desafios de engenharia no primeiro dobrável
De acordo com a fonte, o dispositivo já tinha entrado em fase de produção experimental no passado mês de abril. Contudo, os resultados dos testes de fiabilidade e de durabilidade a longo prazo da dobradiça têm falhado constantemente os rigorosos padrões de controlo de qualidade. Se os engenheiros não encontrarem uma solução, a produção corre o risco de estagnar e falhar a janela de lançamento inicialmente prevista.
Apesar destes obstáculos técnicos com o mecanismo de dobra, existem também desenvolvimentos positivos. A mesma publicação aponta que a marca conseguiu alcançar um ecrã sem qualquer vinco visível, mantendo a durabilidade do painel a longo prazo. Esta característica tem sido tratada como uma prioridade absoluta e pode tornar-se o grande trunfo de vendas face à concorrência.
O formato escolhido e a janela de lançamento
No que diz respeito às especificações, os rumores sugerem que este equipamento adotará um design em formato de passaporte. Deverá integrar um ecrã interior de 7,8 polegadas e um painel exterior de 5,5 polegadas, com semelhanças a propostas já conhecidas no mercado, como os recentes dobráveis da Huawei ou a variante Samsung Galaxy Z Fold Wide.
Ainda não existe clareza sobre a real gravidade dos problemas físicos no mecanismo, mas relatórios anteriores apontavam para uma apresentação em setembro de 2026, lado a lado com a nova linha iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max. Mesmo com os contratempos no calendário de desenvolvimento, indicações vindas do portal DigiTimes continuam a defender que o anúncio global se deverá manter para o mês de setembro.












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