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Intel Core Ultra imagem

A família de processadores Panther Lake da Intel já se encontra no mercado há alguns meses, mas a fabricante parece determinada a não dar tréguas à concorrência, nomeadamente à AMD e à Qualcomm. Segundo informações avançadas pelo VideoCardz, a empresa está a preparar o lançamento de uma nova alternativa de alto desempenho: o Core Ultra X9 378H.

Este novo modelo chega com o objetivo claro de alargar a oferta da linha premium para computadores portáteis, criando um ponto de transição estratégico dentro da família de processadores de topo da marca.

O que muda nas especificações do novo processador

A recente fuga de informação mostra que a Intel continua a fazer ajustes minuciosos no seu catálogo. O Core Ultra X9 378H vai posicionar-se exatamente no meio da tabela de equipamentos premium, ficando teoricamente abaixo dos atuais 388H e 386H, mas um degrau acima do modelo 368H.

Em termos de arquitetura técnica, este novo processador mantém a mesma base robusta que caracteriza a geração Panther Lake. Os utilizadores podem contar com uma configuração de 16 núcleos sem suporte para Hyper-Threading, organizados em 4 núcleos de alto desempenho (P-Cores), 8 de eficiência (E-Cores) e 4 núcleos de baixo consumo energético (LP-E).

No que toca ao desempenho gráfico, a responsabilidade fica a cargo da placa gráfica integrada Arc B390, baseada na arquitetura Xe3, também conhecida como Battlemage V2. Com 12 núcleos Xe, o desempenho gráfico deverá equiparar-se ao dos seus irmãos desta geração, operando com um consumo base de 25W que pode escalar até aos 80W em modo turbo, dependendo do design térmico escolhido por cada fabricante de portáteis.

Uma estratégia focada nos consumidores comuns

Se olharmos com atenção para as especificações, este Core Ultra X9 378H acaba por ser quase um clone do já existente 386H, partilhando o mesmo número de núcleos, gráficos integrados e possivelmente os mesmos limites de memória e energia. A verdadeira diferença, contudo, reside no público-alvo a que se destina.

O novo modelo foi desenhado especificamente para o mercado de consumo tradicional, o que significa que deixa de lado o suporte para a tecnologia vPro. Esta omissão das funcionalidades avançadas de segurança e gestão remota, tipicamente exigidas pelo mercado empresarial, é o que distingue este processador das alternativas focadas no segmento profissional.

Ao remover o vPro, a fabricante renomeia o chip para a categoria X9, sendo bastante provável que este modelo receba um ligeiro aumento nas frequências base de relógio para justificar o seu posicionamento no mercado. Resta agora aguardar pelo anúncio oficial para perceber se o preço final compensará esta nova aposta da empresa no segmento dos portáteis de alto desempenho.

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