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bateria avançada da SEVB

O tempo de espera nos postos de carregamento é uma das principais queixas dos condutores de veículos elétricos, mas a Sunwoda Power revelou uma solução que aproxima esta rotina do tradicional abastecimento a combustão. Num evento recente em Pequim, a empresa apresentou uma tecnologia inovadora, conforme detalhado pela publicação CarNewsChina, capaz de receber energia de forma extremamente rápida.

Velocidade de carregamento desafia os limites

Denominada Xingchi Supercharge Battery 2.0, esta nova bateria utiliza a química de fosfato de ferro-lítio (LFP). Embora estas células sejam reconhecidas pela sua segurança e durabilidade, raramente se destacam pela velocidade. A Sunwoda alterou este cenário ao integrar uma taxa de carregamento "15C", o que significa que o componente consegue suportar fluxos massivos de corrente sem sobreaquecer ou sofrer danos.

Na prática, os números impressionam. Ao ligar um veículo com apenas 5% de autonomia, o equipamento atinge os 95% em escassos nove minutos. Para situações de maior urgência, uma carga dos 5% aos 75% demora apenas 5,5 minutos. Em vez de um pequeno protótipo laboratorial, a empresa exibiu uma unidade final de dimensões reais, equipada com 264 células prismáticas, capacidade de 98,8 kWh e a operar a 844,8 V, o que garante energia suficiente para viagens longas em grandes SUVs ou sedans.

A resistência térmica foi uma prioridade no desenvolvimento. A empresa assegura que os condutores podem utilizar infraestruturas de carregamento ultrarrápido as vezes que desejarem durante o período de garantia, sem restrições. Suportando uma corrente máxima de 1.800 A, a marca garante uma vida útil superior a 1.500 ciclos, o que na maioria dos casos irá superar a própria longevidade do automóvel.

Alternativas acessíveis e aposta no estado sólido

Para os utilizadores que preferem veículos híbridos, a Sunwoda desenhou opções específicas compostas por grandes células cilíndricas de 46 milímetros de largura, com capacidades a variar entre os 3 e os 7 kWh. Ao mesmo tempo, a pesquisa estende-se aos iões de sódio, um material mais barato e abundante que o lítio. Devido à sua menor densidade energética, estas alternativas serão direcionadas para automóveis elétricos de entrada de gama ou sistemas de baixa voltagem.

Toda esta evolução é sustentada por uma estratégia apelidada de "bateria com inteligência artificial", que recorre a programas informáticos para desenhar as células e monitorizar o seu comportamento na estrada, otimizando a segurança com o passar do tempo. No horizonte, encontra-se ainda um protótipo de estado sólido, capaz de armazenar 400 Wh/kg e projetado para oferecer uma autonomia de 1.000 quilómetros com apenas uma carga.

No campo financeiro, a Sunwoda continua a reforçar a sua posição no competitivo mercado chinês. Em março de 2026, a empresa instalou 1,4 GWh em veículos elétricos novos, garantindo uma quota de cerca de 2,5%. Adicionalmente, foi concluído um litígio judicial de 276 milhões de euros com uma divisão da fabricante automóvel Geely, terminando num acordo entre as partes.

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