
Os custos crescentes com os direitos de transmissão musical ditaram uma subida nos valores das subscrições da gigante de Cupertino. Segundo avançou o 9to5Mac, a Apple aumentou os preços do Apple Music e de vários pacotes do Apple One nos Estados Unidos e em diversos outros países. A empresa justificou a medida de forma direta com o encarecimento dos acordos de licenciamento, embora não tenha especificado quais os detentores de direitos que motivaram esta decisão estrutural.
Impacto nos planos de música
A plataforma de streaming áudio sofreu ajustamentos em todas as suas modalidades principais. O plano Individual passou a custar cerca de 11,03 € por mês, refletindo um aumento de 0,92 € face ao valor anterior. A modalidade para estudantes acompanhou a subida e fixa-se agora nos 6,43 € mensais.
A maior alteração recaiu sobre o plano Família, que registou um salto de 2,76 € para se estabelecer nos 18,39 € por mês. Como estes valores originais dizem respeito ao mercado norte-americano, os preços finais aplicados em Portugal podem diferir devido a impostos e outras taxas locais. Esta representa a primeira subida de preços no serviço de música desde outubro de 2022.
Aumentos no pacote Apple One
Os utilizadores que agrupam serviços no ecossistema Apple One também vão sentir o impacto financeiro. O pacote Apple One Família encareceu 1,84 € e passa a custar 25,71 € mensais. O plano Premier sofreu um aumento idêntico de 1,84 €, atingindo agora os 36,75 € por mês. A única exceção nesta vaga de ajustamentos é o plano Apple One Individual, que mantém o seu custo inalterado nos 18,35 € mensais.
Apesar da nova tabela de preços, o serviço de música continua a assumir-se como uma alternativa mais barata em comparação com o Spotify, que também já tinha aplicado aumentos idênticos nas suas subscrições no início deste ano. A indústria atravessa uma fase de reajuste geral, onde os custos operacionais das plataformas acabam por ser transferidos diretamente para o consumidor.












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