
Portugal consolidou uma posição de destaque no panorama das telecomunicações móveis ao alcançar a segunda posição num grupo de países com dimensões territoriais semelhantes no que respeita à utilização da rede de quinta geração. De acordo com os dados mais recentes revelados pela nPerf, relativos ao período entre janeiro e julho de 2026, o país registou uma quota de 43,3% nos testes realizados sobre a tecnologia 5G.
Liderança no pelotão europeu e regional
Com este desempenho, o mercado de comunicações em Portugal posiciona-se imediatamente atrás da Áustria, que lidera a tabela comparativa com uma marca de 48,2%. A vantagem austríaca cifra-se em 4,9 pontos percentuais, mas a prestação nacional foi suficiente para superar diversos parceiros internacionais de relevo.
Na lista de territórios analisados com uma superfície comparável, a Eslováquia surge na terceira posição com 41,8% dos testes, seguida de perto pela República Checa com 41,7% e pela Irlanda com 41,1%. Mais abaixo encontram-se a Croácia, que obteve 40,3%, e a Grécia, com 39,9%. A fechar este grupo situam-se a Bulgária e a Tunísia, com registos de 26,4% e 13,5%, respetivamente.

Impacto direto na experiência dos utilizadores
Estas assimetrias estatísticas traduzem-se, na prática, em experiências de utilização quotidiana muito distintas entre os cidadãos de cada nação. A forte presença da infraestrutura moderna em solo nacional assegura um acesso facilitado a serviços digitais de alta exigência, como o streaming de vídeo em resolução 4K ou a transferência imediata de ficheiros com vários gigabytes.
Os dados recolhidos colocam em evidência as disparidades no desenvolvimento das redes à escala global. Enquanto os consumidores portugueses usufruem de uma conectividade fluida, os países posicionados no fundo da tabela enfrentam maiores entraves digitais devido ao atraso na modernização tecnológica das suas estruturas locais.












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