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O worm Stuxnet já infetou, pelo menos, 30 mil computadores no Irão. A Organização da Energia Atómica iraniana já realizou uma reunião de emergência.

O vírus, que foi descoberto em meados de Junho, tem vindo a centrar as atenções de empresas especializadas em segurança e das autoridades dos vários países.

Recentemente, a Symantec estimou que o Irão tenha sido a principal vítima do Stuxnet, totalizando 60% de todas as infeções que este worm já causou no mundo.

A Kaspersky forneceu recentemente mais detalhes sobre este worm , que contagia computadores através de pens USB.

Os responsáveis da produtora de antivírus russa admitem que o Stuxnet tenha sido criado com o apoio das forças de segurança de um estado.

O worm foi desenhado para controlar remotamente máquinas industriais que operam em WinCC, a partir de vulnerabilidades de computadores que funcionam com Windows.

Através deste processo, o worm permite que alguém altere, remotamente, os comandos dados às várias máquinas usadas em fábricas, barragens, sistemas de tráfego, ou até centrais nuclear.

Os investigadores estimam que o Stuxnet tenha iniciado a vaga de ataques em Janeiro. Nos média internacionais há quem admita que o Stuxnet possa ter sido criado como arma de sabotagem do polémico programa nuclear no Irão.

A confirmar-se esta teoria, o reator de Bushehr, instalado no sudoeste do Irão para a produção de plutónio e eventualmente abrir caminho ao desenvolvimento de armas nucleares, seria o principal alvo do worm, recorda a Computerworld.

Depois de confirmarem um total de 30 mil endereços IP infetados (cada endereço pode ser usado por um ou mais computadores), as autoridades iranianas informaram que a Organização da Energia Atómica já se reuniu com vista a desenvolver mecanismos de remoção do Stuxnet das máquinas infetadas - o que permite concluir que o misterioso worm possa ter sido bem sucedido nas investidas contra as centrais nucleares locais.
Fonte: Exame Informática







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