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De acordo com o PandaLabs, o laboratório anti-malware da Panda Security, o número de ameaças criadas e distribuídas só nos primeiros dez meses deste ano, representam um terço de todos os vírus existentes, mais concretamente, 34% de todo o malware alguma vez criado surgiu ao longo dos últimos dez meses. A base de dados de conhecimento da Panda, a Inteligência Colectiva, assente num sistema que detecta, analisa e classifica automaticamente 99,4% dos ficheiros suspeitos recebidos nos laboratórios do PandaLabs, inclui actualmente 134 milhões de exemplares individuais, 60 milhões dos quais são malware (vírus, worms, Trojans e outras ameaças).

Só do ínicio do ano até Outubro, surgiram cerca de 20 milhões de novos exemplares (entre novas ameaças e variantes de famílias existentes), o mesmo volume que foi verificado no total do ano de 2009. O número médio de novas ameaças criadas diariamente subiu de 55.000 para 63.000.

Estes dados sugerem que o mercado do ciber-crime se encontra em pleno crescimento, apesar de se poder dever em parte ao aumento do número de indivíduos sem conhecimentos técnicos, que se aventuram nestas actividades criminosas através das inúmeras ferramentas disponíveis online para a criação de ameaças personalizadas, mesmo possuindo capacidades técnicas limitadas.

Isto também significa que, apesar de ser criado mais software malicioso, o seu ciclo de vida é tendencialmente mais curto: 54% dos exemplares de malware permanecem activos por apenas 24 horas, quando comparado com o ciclo de vida de diversos meses de que algumas ameaças de anos anteriores desfrutaram. Agora infectam apenas alguns sistemas e desaparecem. À medida que as soluções antivírus ganharam capacidades de detectar novo malware, os hackers modificam as suas criações ou substituem-nas por novas de modo a escapar à detecção. É por isso importante contar com tecnologias de protecção avançadas, como a Inteligência Colectiva, capaz de neutralizar rapidamente novo malware e reduzir a janela de risco a que os utilizadores permanecem expostos durante estas primeiras 24 horas.

Apesar destes números dramáticos, é curioso verificar que a velocidade com que o volume de novas ameaças cresce abrandou a partir de 2009. Desde 2003, “as novas ameaças cresciam a um ritmo de 100% ou mais. No entanto, em 2010 e até ao momento, o ritmo de crescimento encontra-se apenas em torno dos 50%”, explica Luis Corrons, Director Técnico do PandaLabs.



“Isto não significa que existam menos ameaças ou que o mercado do ciber-crime esteja a decrescer. Antes pelo contrário, continua a expandir-se e até ao final de 2010 deveremos ter registado mais novas ameaças na Inteligência Colectiva do que em 2009. No entanto parece igualmente que os hackers estão a aplicar economias de escala, reutilizando antigos códigos maliciosos ou prioritizando a distribuição de ameaças existentes sobre a criação de novas”, acrescenta Corrons.

Mais informações disponíveis no blog do Pandalabs.

Panda Security Portugal







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