Se é utilizador do sistema de microbloging Twitter, as palavras TweetDeck, Seesmic, Echofon, HootSuite, UberTwitter, DestroyTwitter e Twitterific não lhe serão estranhas. Estas aplicações permitem que o utilizador envie, receba e responda a mensagens do Twitter sem entrar no site. Mas, se depender da vontade dos responsáveis pelo Twitter, estas aplicações têm os dias contados. O Twitter quer acabar com as aplicações externas e pretende que a única forma de ler, enviar e responder aos tweets seja através do site ou das aplicações oficiais.
Segundo a revista Wired, especializada em tecnologia, Ryan Sarver, um dos responsáveis da empresa, escreveu no seu blog que «o crescimento do serviço exige uma forma mais consistente de o utilizar». O responsável explica que esta foi «a motivação» que levou o Twitter a comprar o Tweetie (que era uma aplicação criada por terceiros) e a desenvolver a sua própria aplicação para Mac, iPad, Android, Windows Phone e Blackberry, «conseguindo que as cinco principais maneiras de usar o Twitter sejam aplicações oficiais».
Ainda assim, segundo o responsável, «os utilizadores continuam a ser confundidos pelas formas diferentes com que o Twitter é apresentado nas aplicações de terceiros», diz. «Por exemplo, as pessoas ficam confusas por sites que não utilizam o mesmo design ou usam termos diferentes dos nossos».
Ryan Sarver diz que todos os utilizadores devem ser capazes de ver, responder e reproduzir os tweets da mesma forma.
Para o responsável, os criadores das aplicações, em ver de se limitarem a fazer o mesmo que o Twitter, devem criar formas inovadoras de usar o serviço, e dá como exemplo o FourSquare.
O Twitter já tinha excluído recentemente dois grandes clientes o Twidroyd e o UberTwitter, sob alegação de violação das políticas do microblog.
Em declarações à Wired, Jonnie Hallman, criador do DestroyTwitter, lamenta «a decisão», afirmando que «grande parte da responsabilidade do crescimento do Twitter se deve às aplicações externas».
A mesma opinião tem Andrew Stone, criador do Twittelator para iPhone e iPad. «A empresa nunca teria chegado a esta dimensão se terceiros não tivessem criado formas mais interessantes de twittar».
O responsável diz que foi o Twitterlator que trouxe inovações como tradução de tweets, upload de fotos e geotagging long, muito antes de as aplicações oficiais do Twitter o fazerem.
Segundo a revista Wired, especializada em tecnologia, Ryan Sarver, um dos responsáveis da empresa, escreveu no seu blog que «o crescimento do serviço exige uma forma mais consistente de o utilizar». O responsável explica que esta foi «a motivação» que levou o Twitter a comprar o Tweetie (que era uma aplicação criada por terceiros) e a desenvolver a sua própria aplicação para Mac, iPad, Android, Windows Phone e Blackberry, «conseguindo que as cinco principais maneiras de usar o Twitter sejam aplicações oficiais».
Ainda assim, segundo o responsável, «os utilizadores continuam a ser confundidos pelas formas diferentes com que o Twitter é apresentado nas aplicações de terceiros», diz. «Por exemplo, as pessoas ficam confusas por sites que não utilizam o mesmo design ou usam termos diferentes dos nossos».
Ryan Sarver diz que todos os utilizadores devem ser capazes de ver, responder e reproduzir os tweets da mesma forma.
Para o responsável, os criadores das aplicações, em ver de se limitarem a fazer o mesmo que o Twitter, devem criar formas inovadoras de usar o serviço, e dá como exemplo o FourSquare.
O Twitter já tinha excluído recentemente dois grandes clientes o Twidroyd e o UberTwitter, sob alegação de violação das políticas do microblog.
Em declarações à Wired, Jonnie Hallman, criador do DestroyTwitter, lamenta «a decisão», afirmando que «grande parte da responsabilidade do crescimento do Twitter se deve às aplicações externas».
A mesma opinião tem Andrew Stone, criador do Twittelator para iPhone e iPad. «A empresa nunca teria chegado a esta dimensão se terceiros não tivessem criado formas mais interessantes de twittar».
O responsável diz que foi o Twitterlator que trouxe inovações como tradução de tweets, upload de fotos e geotagging long, muito antes de as aplicações oficiais do Twitter o fazerem.
Fonte: TVI24
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