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A Nasa está a ponderar usar lasers para eliminar e desviar as múltiplas peças de lixo que orbitam à volta da terra.

Segundo as estimativas, hoje há mais de 20 mil objetos classificados como lixo a orbitar em torno do nosso planeta.

Algumas ocorrências recentes revelam que o congestionamento do espaço orbital é cada vez maior. Em 2009, dois satélites de telecomunicações colidiram e os fragmentos libertados pelo incidente ficaram muito perto de atingir a Estação Espacial Internacional.

Para evitar a repetição de episódios similares (previstos por Don Kessler em 1978, e hoje conhecidos como "Síndroma de Kessler"), a Nasa começou a estudar novas formas de limpar o espaço.

Entre as alternativas propostas, destaca-se o uso de lasers para desviar e, eventualmente, precipitar a destruição dos detritos espaciais. Já no passado, a agência espacial dos EUA estudou o recurso a lasers para eliminar o lixo espacial - só que esses projetos sempre previram o uso de feixes de grande potência cujos custos são demasiado elevados.

Na abordagem mais recente, os investigadores norte-americanos propõem o uso de feixes de laser de média potência que podem alterar o curso orbital de fragmentos e detritos, noticia a Wired.

O laser poderia ser usado em articulação com um telescópio que atua como uma mira gigante para identificar os "alvos espaciais" onde devem incidir os feixes. Duas horas de exposição ao laser poderão chegar para deslocar cerca de 200 metros um detrito espacial. O que pode ser suficiente para evitar uma colisão ou simplesmente precipitar a saída de órbita e eventualmente provocar a destruição pelo atrito gerado aquando da queda na atmosfera terrestre.
Fonte: Exame Informática







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