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Google chrome na cloud

 

Atualmente começam a surgir no mercado plataformas focadas no Cloud Gaming, que permitem aos utilizadores jogarem os seus títulos favoritos diretamente da Cloud em qualquer dispositivo. Plataformas como o Google Stadia e Microsoft XCloud são exemplos disso.

 

No entanto, a empresa Mighty pretende ir um pouco mais a frente, e fornecer agora um navegador... na cloud. O objetivo da Mighty passa pela ideia de “Tornar o Chrome rápido”, ao fornecer o mesmo num formato de navegação cloud e onde os utilizadores apenas realizam o streaming do conteúdo do mesmo para os seus sistemas.

 

Não existe como negar que o Chrome é um dos navegadores mais pesados atualmente no mercado, e como tal, o uso do mesmo nos sistemas eleva consideravelmente o uso de ram, processador, entre outras características.

 

A ideia da Mighty passa por colocar na cloud o navegador, sendo que os utilizadores finais apenas necessitariam de realizar o streaming dos conteúdos para os seus sistemas atuais, com um uso consideravelmente inferior de recursos – já que todo o processamento mais “pesado” seria feito na cloud da Mighty.

 

 

Cada utilizador, com esta solução, teria direito a um sistema cloud com 16 CPUs virtuais (cores virtuais) de processadores Intel Xeon, acesso a gráficas Nvidia de última geração e 16GB de memória RAM. A empresa refere que este sistema pode permitir abrir o Chrome com mais de 50 abas em simultâneo, todas ativas, sem que os utilizadores tenham de sentir qualquer impacto.

 

A Mighty também afirma que o cliente que os utilizadores necessitam de instalar nos seus sistemas é consideravelmente leve, ocupando apenas 500MB de memória, já que todo o processamento mais “pesado” é feito da parte dos sistemas da empresa. O cliente final apenas realiza o streaming do vídeo – em formato similar ao que acontece atualmente com as plataformas de cloud gaming.

 

A empresa refere ainda que todos os dados dos utilizadores encontram-se encriptados e não são vendidos para terceiros. Todos os pedidos são feitos de forma segura, bem como o texto enviado pela plataforma. Este sistema garante ainda mais segurança para os utilizadores, já que o navegador encontra-se na cloud e não localmente no sistema, qualquer ameaça que afete diretamente o mesmo será apenas no sistema remoto.

 

De momento este serviço encontra-se em formato “beta” e apenas acessível por convite, mas estima-se que o valor mensal do mesmo seria de 30 dólares.

 

O conceito em si não deixa de ser interessante, sobretudo para quem tenha a tendência de abrir muitas abas ao mesmo tempo ou necessite realmente de rapidez. No entanto, pagaria 30 dólares mensais para ter acesso a um navegador online apenas com a promessa de mais rapidez?

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