
O mundo do software open-source acaba de receber uma novidade importante para quem procura alternativas robustas para a gestão de arquivos. O PeaZip 10.9 já está disponível, trazendo consigo um conjunto de ferramentas expandido e otimizações focadas na usabilidade, reforçando a sua posição como uma solução versátil para utilizadores de várias plataformas, incluindo Windows.
Esta atualização não se limita apenas a correções de erros, apostando forte na personalização da experiência do utilizador e na eficiência da navegação diária entre pastas e arquivos comprimidos.
Controlo total e navegação fluida
Uma das grandes novidades desta versão reside na forma como o utilizador interage com a interface. O PeaZip 10.9 introduz novos menus de contexto alternativos, oferecendo mais opções ao alcance de um clique. Para quem gosta de agilizar tarefas, foi adicionada a possibilidade de atribuir ações personalizadas ao botão do meio do rato, permitindo uma interação mais rápida e intuitiva com o software.
A navegação foi igualmente aprimorada com a introdução de novos atalhos de teclado, desenhados para simplificar a movimentação dentro do gestor de ficheiros. Além disso, a capacidade de resposta do "arrastar e largar" (drag and drop) interno foi melhorada, tornando a organização de documentos mais fluida. O tratamento de ficheiros RAR e de arquivos multivolume também recebeu atenção especial, simplificando processos que anteriormente poderiam ser mais complexos.
Visualizadores melhorados e potência nos bastidores
Para além das funcionalidades de gestão, a equipa de desenvolvimento dedicou-se a renovar o design e a funcionalidade dos visualizadores integrados. Tanto o visualizador de imagens como o de texto foram reformulados para oferecer uma experiência mais consistente e agradável, permitindo pré-visualizar conteúdos sem necessidade de abrir aplicações externas.
No "coração" do software, o backend foi atualizado para a versão Pea 1.29. Esta mudança traz uma interface gráfica renovada para as funções Pea e Unpea, visando uma operação mais suave e uma melhor integração com o resto do sistema. Em termos técnicos, a base de código é agora construída com Lazarus 4.x, mantendo, no entanto, a compatibilidade com as versões 3.x e 2.x para garantir suporte abrangente, conforme detalhado no changelog oficial.












Nenhum comentário
Seja o primeiro!