
A Apple está a preparar uma nova vaga de lançamentos para muito breve, com especial destaque para a chegada de um iPhone 17e com um preço a rondar os 599 dólares e um novo MacBook focado no baixo custo e num visual apelativo. O grande objetivo passa por democratizar o acesso ao ecossistema da marca e garantir que as ferramentas da Apple Intelligence chegam a mais utilizadores. As informações foram avançadas pela habitual newsletter Power On de Mark Gurman, da Bloomberg.
O Regresso dos Preços Competitivos com o iPhone 17e
O novo smartphone pretende ser a próxima grande aposta da fabricante para o segmento de entrada, sucedendo à lógica aplicada no iPhone 16e (que anteriormente havia reformulado a linha SE). A expectativa é que o equipamento seja oficializado através de um comunicado de imprensa entre o final de fevereiro e o início de março.
No seu interior, o dispositivo não vai fazer concessões no que toca ao processamento. A inclusão do chip A19 garante não só a longevidade do equipamento como o suporte total às exigências de processamento da Apple Intelligence. O MagSafe faz também a sua tão aguardada estreia na linha "e", abrindo as portas à utilização de carteiras, suportes e carregadores magnéticos.
Ao nível da conectividade, o smartphone vai estrear os chips proprietários da empresa (rede série N e modem série C), prometendo uma maior eficiência nas comunicações sem fios. Mantendo-se na casa dos 599 dólares no mercado internacional, a Apple posiciona este modelo como a rampa de lançamento ideal para as suas novas funcionalidades de inteligência artificial.
As principais especificações esperadas incluem:
Ecrã Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com taxa de atualização de 60 Hz e Dynamic Island.
Processador Apple A19.
256 GB de armazenamento interno base.
Câmara traseira única de 48 MP.
Câmara frontal de 12 MP com suporte à funcionalidade Center Stage.
Certificação IP68 contra água e poeiras.
Face ID, Botão de Ação e suporte MagSafe.
Sistema operativo iOS 26.
Um MacBook Colorido para as Massas
Logo após a chegada do novo telemóvel, a empresa deverá introduzir um portátil de baixo custo, equipado com um ecrã de 13 polegadas e um chassi em alumínio. A grande surpresa deste modelo será a utilização de um processador descrito como de "classe iPhone" (baseado na arquitetura Apple Silicon), com o objetivo de focar na eficiência energética e na forte redução dos custos de produção. Embora o nome exato não seja ainda conhecido, é provável que integre uma variante da linha M5.
Com um preço estimado na ordem dos 649 dólares, o portátil visa competir de frente com os populares Chromebooks e com os computadores Windows mais acessíveis, indo além do setor puramente educacional. Para atrair os consumidores, testes apontam para o regresso de uma paleta de cores muito vibrante, incluindo tons de amarelo, verde, azul e rosa, numa clara homenagem à era dourada dos primeiros iMacs. Este modelo tem como missão ocupar o espaço atualmente deixado pelo MacBook Air M1 no retalho.
O Futuro: Ecrãs Dobráveis e Chips M5 em 2026
Olhando para o roadmap deste ano de 2026, a Apple prepara uma verdadeira revolução no seu portefólio. Durante o primeiro semestre, a linha Mac deverá ser atualizada com os aguardados chips M5 Pro e M5 Max, abrangendo desde o MacBook Air até ao Mac Studio. No segmento dos tablets, o iPad de entrada migrará para o processador A18, garantindo assim a capacidade de correr tarefas de IA, enquanto o iPad Mini poderá dar o salto para um painel OLED.
Contudo, a mudança mais radical no calendário da marca de Cupertino está reservada para o mercado dos smartphones. Os rumores indicam que um inédito iPhone Fold, o primeiro telemóvel dobrável da marca, poderá ver a luz do dia no segundo semestre de 2026, chegando ao mercado em simultâneo com os modelos Pro. Esta alteração profunda na agenda poderá ditar que a habitual atualização dos modelos base do iPhone seja empurrada para o início de 2027.












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