
A Apple ainda não revelou oficialmente a sua nova linha de telemóveis, mas as previsões de mercado já começam a traçar o cenário para o iPhone 18. As informações atuais indicam que a próxima geração poderá registar uma quebra de 20% no volume de vendas em comparação com a linha anterior.
Esta projeção foi avançada pela análise do ETNews, que aponta a alteração na estratégia de lançamentos da empresa como o principal motivo para a descida. A marca planeia concentrar os esforços nos modelos mais potentes logo em setembro, altura em que deverão ser apresentados o iPhone 18 Pro, o 18 Pro Max e o inédito iPhone Fold. Por outro lado, a versão base e o novo modelo Air só deverão chegar ao mercado alguns meses mais tarde.
Mudança de foco e impacto na produção
A intenção por trás desta nova tática seria captar imediatamente a atenção dos consumidores para os equipamentos de topo. Com base neste suposto planeamento, a gigante de Cupertino terá já reduzido as encomendas de painéis OLED para os novos telemóveis, num claro contraste com o volume do ano passado.
A Samsung deve ser responsável por produzir cerca de 60 milhões de ecrãs para o modelo base, para o 18 Pro Max e para a versão dobrável, uma descida face aos 80 milhões da geração anterior. Em paralelo, a LG estará a preparar 40 milhões de ecrãs destinados às versões Pro e Pro Max, o que também representa uma quebra em relação aos 45 milhões do ano transato.
Características esperadas para a nova geração
Embora seja cedo para confirmar se estes números se vão traduzir na realidade e qual será o desempenho prático desta estratégia de vendas, já circulam várias especificações sobre os futuros dispositivos.
Os modelos mais avançados da linha poderão integrar uma câmara frontal otimizada e um entalhe de menores dimensões. O modelo padrão promete destacar-se com um ecrã extremamente brilhante, enquanto a variante dobrável poderá chegar equipada com a maior bateria alguma vez vista num smartphone da empresa.












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