
Depois de ter revelado recentemente o seu novo portátil de entrada de gama, a Apple parece estar a organizar a casa para uma novidade no extremo oposto do catálogo: um MacBook Ultra. A informação foi avançada pelo conhecido analista Mark Gurman, na sua habitual newsletter de domingo na Bloomberg.
Segundo os detalhes partilhados, este novo equipamento deverá integrar características que os utilizadores pedem há bastante tempo. O grande destaque vai para a chegada de um painel OLED e, num passo inédito na história da linha de computadores da marca, a inclusão de um ecrã tátil.
Um novo patamar de desempenho e preço
Gurman salienta que este modelo Ultra não tem como objetivo substituir as atuais máquinas equipadas com os processadores M5 Pro e M5 Max. Pelo contrário, a ideia é posicioná-lo um degrau acima na oferta da empresa, mantendo as versões Pro convencionais disponíveis nas prateleiras.
Como seria de esperar, esta movimentação refletir-se-á de forma direta na carteira do consumidor. A criação deste novo patamar significará um preço consideravelmente mais elevado, entregando uma alternativa puramente premium dentro do portefólio da gigante de Cupertino.
A expansão do ecossistema Ultra
A estratégia da fabricante não se deve ficar apenas pelos computadores. O analista refere que o plano passa por desenvolver todo um verdadeiro ecossistema com a nova designação. A acompanhar o novo portátil, é esperado um iPhone Ultra com formato dobrável, cujo preço deverá rondar os 2000 dólares (cerca de 1840 euros), bem como uns novos AirPods focados em áudio de alta fidelidade.
Embora a marca não comente oficialmente estas fugas de informação, a adoção da nomenclatura da nova linha pode causar alguma estranheza inicial entre os fãs, dada a forte associação do termo aos produtos da rival Samsung. No entanto, a escolha da palavra ajudaria a sinalizar de forma clara e imediata que estes dispositivos ocupam o topo absoluto da hierarquia tecnológica da empresa.












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