
Os entusiastas de modificações acabam de ganhar um novo motivo para explorar o hardware da sua sala de estar. De acordo com uma publicação do programador na rede social X, foi disponibilizada uma ferramenta no GitHub que torna possível executar um sistema operativo alternativo diretamente na PlayStation 5.
Limitações do novo método
Apesar de ser um feito técnico impressionante, esta solução concebida pelo especialista Andy Nguyen apresenta algumas barreiras de entrada. O seu uso está restrito aos modelos da consola que incluem o leitor de discos físico e que operam com as versões de firmware 3.xx e 4.xx. O responsável pela modificação indicou que o suporte para outras versões do sistema poderá eventualmente acontecer, mas deixou claro que essa expansão não encabeça a sua lista de prioridades atuais. Para aguçar a curiosidade, o autor já tinha partilhado um vídeo a demonstrar o funcionamento prático da sua criação durante o mês passado.
O crescimento do pinguim no mercado
A chegada desta alteração coincide com um período em que a presença da alternativa ao Windows tem estado a crescer de forma sustentada em várias frentes. Um dos exemplos mais marcantes deste ano foi a decisão do governo francês de abandonar as plataformas fechadas para reduzir a sua dependência de tecnologias estrangeiras, optando por soluções de código aberto nas suas operações. No campo do entretenimento digital, a aposta crescente da Valve tem também ajudado a solidificar esta plataforma junto dos jogadores de computador, reduzindo o fosso histórico entre sistemas operativos.
Uma lembrança do passado da marca
Para os veteranos, a possibilidade de correr software livre em hardware nipónico traz memórias de um recurso oficial antigo. Na era da terceira geração destas consolas, a empresa oferecia a função OtherOS, que permitia precisamente a instalação de sistemas diferentes pelas mãos dos utilizadores. Contudo, a fabricante optou por remover essa capacidade na atualização 3.21, uma alteração controversa que despoletou uma ação judicial conjunta. A situação terminou num acordo onde a marca foi obrigada a abrir os cordões à bolsa, permitindo que os clientes descontentes reclamassem uma compensação de aproximadamente 50 euros pelo recurso perdido.












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