
A Xiaomi alcançou um marco fundamental na sua estratégia de distribuição de software, ultrapassando a fasquia dos 85% de equipamentos elegíveis atualizados globalmente para o HyperOS 3.1. Segundo avança o Ximitime, esta nova versão, construída sobre a base do Android 16, já foi entregue a quase todos os dispositivos dos ecossistemas da marca, incluindo as linhas REDMI e POCO, resultando num dos ciclos de implementação mais rápidos da sua história.
Novidades e otimizações no sistema
O HyperOS 3.1 traz várias melhorias ao nível da interface e da conectividade que pretendem enriquecer a experiência de utilização diária. Um dos pontos centrais é a evolução da interface HyperIsland, que oferece agora um sistema de notificações mais dinâmico e interativo. Esta funcionalidade suporta o rastreio de atividades em tempo real, como chamadas, temporizadores e multimédia, integrando transições visuais mais fluidas e maior compatibilidade com aplicações de terceiros.
No campo da interligação, a plataforma HyperConnect atinge uma nova fase de maturidade. Os utilizadores passam a contar com transferências de ficheiros mais rápidas entre dispositivos, menor latência na sincronização e um controlo partilhado mais eficaz entre telemóveis, tablets e dispositivos vestíveis.
O sistema introduz também um menu de aplicações recentes redesenhado, com inspiração visual no iOS. Esta secção adota uma navegação horizontal baseada em cartões, gestos mais suaves e uma apresentação gráfica clara sobre a gestão da memória do equipamento.
Modelos que aguardam a atualização
Apesar da rápida distribuição global, alguns dispositivos de gamas de entrada e média ainda aguardam o novo software. A lista de modelos pendentes inclui o REDMI 14C, REDMI A3 Pro, REDMI 13, REDMI 13X, REDMI Note 14 Pro 4G, REDMI Pad 2 Pro 5G, REDMI Pad SE 4G, REDMI Pad 2, REDMI Note 14 4G, REDMI A4 e REDMI Note 15 Pro 4G. Do lado da POCO, faltam atualizar os POCO C75 5G, POCO M6, POCO C75, POCO Pad M1, POCO C85 4G e POCO M7 4G.
Espera-se que estes telemóveis e tablets recebam a atualização nas fases finais do processo. Esta calendarização deve-se a exigências específicas de otimização de hardware, atrasos nas certificações regionais de firmware ou limitações inerentes aos processadores mais modestos.












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