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A grande maioria dos serviços de streaming utilizam uma tecnologia que impede a copia dos conteúdos por terceiros e para fins ilícitos. A tecnologia DRM é utilizada para garantir que os conteúdos transmitidos por estas plataformas não são descodificados em qualquer PC e copiados para outros sistemas.

 

No entanto, o investigador de segurança David Buchanan revelou ter conseguido contornar a encriptação aplicada pelo DRM Widevine L3, tecnologia desenvolvida pela Google e que é utilizada por algumas das maiores plataformas de streaming da atualidade - Netflix, Google Play, Spotify e Amazon Prime Vídeo.

 

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De acordo com o investigador, a tecnologia possui uma vulnerabilidade que permite o acesso completo ao conteúdo original, sem qualquer tipo de restrição, o que poderá assim permitir a sua copia e redistribuição. Explorando a falha, é possível obter acesso à chave original do DRM e proceder com a descodificação dos conteúdos a partir do tradicional ffmpeg.

 

A confirmar-se, esta falha pode levar a graves problemas para as plataformas de streaming, tendo em conta que os seus conteúdos poderiam vir a ser copiados e distribuídos por meios ilegais sem controlo.

 

O DRM em questão encontra-se a ser desenvolvido pela empresa Widevine, adquirida pela Google em 2010. Até ao momento não foram revelados comentários oficiais acerca desta falha, mas é possível que a Google já se encontre a trabalhar para resolver a mesma e fornecer uma atualização às plataformas que o utilizam.

 







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