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Google sede

 

Está a fazer cerca de um ano que vários funcionários da Google entraram numa marcha contra a empresa, por alegadamente esta não levar a sério as queixas de assédio e abusos no trabalho.

 

No entanto, cerca de um ano depois, parece que pouco mudou internamente ou, pelo contrário, pode até ter piorado. O portal Motherboard revelou ter descoberto alguns documentos internos da Google, que descrevem as condições de trabalho na empresa, mas sobretudo a existência de retaliações contra funcionários que reportaram abusos de alguma forma na empresa.

 

De acordo com os documentos, pelo menos 45 funcionários da Google terão sofrido algum género de retaliação por reportarem condições abusivas dentro do trabalho, sobre as mais variadas formas.

Num dos exemplos citados pelos documentos, uma funcionária estaria a sofrer casos de racismo por um dos seus colegas de trabalho. Esta terá reportado a situação ao seu superior, que além de não ter realizado nada para evitar o caso, terá ainda referido que o caso iria tornar-se consideravelmente mais grave se fosse realizada uma investigação.

 

google walkout

 

Noutro exemplo, um funcionário descreve como presenciou casos de abuso contra mulheres no interior das instalações da Google, que foram simplesmente ignoradas. Quando este funcionário aconselhou as vitimas de abusos a contactarem os seus superiores, terá sido despromovido do seu cargo dentro da empresa.

 

Estas situações são descritas em várias páginas dos documentos agora revelados. Em comunicado, a vice-presidente da secção de operações da Google, Eileen Naughton, revelou que a empresa leva a sério qualquer queixa de abuso que seja realizada no seio da mesma. Cada caso reportado é alvo de uma extensa investigação para averiguar todos os pontos, e as medidas necessárias são aplicadas em conformidade.

 

Apesar de a Google garantir que tem vindo a facilitar a forma de reportar abusos por parte dos seus funcionários, e de realizar medidas para prevenir e combater os mesmos, a realidade é que cada vez mais surgem casos deste género no interior da empresa. Ainda em meados de agosto surgiu o caso de uma funcionária que terá sido despromovida do seu cargo por ter engravidado.







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