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TiKTok

Durante esta semana, os EUA aprovaram a nova lei que vai obrigar o TikTok a separar-se da Bytedance, a sua empresa mãe. A medida vai obrigar a que a empresa com sede na China tenha de realizar o desinvestimento na rede social.

No entanto, parece que o TikTok não está com planos de levar essa ideia para a frente. De acordo com a Reuters, a Bytedance não possui intenção de deixar de investir no TikTok, nem de vender a sua participação para uma entidade norte-americana, podendo mesmo enfrentar o bloqueio que se encontra previsto para a plataforma caso tal não ocorra.

De acordo com várias fontes próximas da empresa, esta terá já indicado aos altos cargos que não possui intenções de vender a sua participação, e que irá enfrentar tais consequências por parte do governo norte-americano – incluindo o bloqueio no acesso do continente ao serviço de vídeos.

Aparentemente, o algoritmo do TikTok ainda é um dos mais valiosos para a ByteDance, e a empresa não pretende que terceiros tenham acesso ao mesmo e o possam usar para outros fins. A empresa chinesa pretende manter o total controlo desta tecnologia, independentemente de isso poder levar ao bloqueio da rede social de vídeos nos EUA.

É importante relembrar que o algoritmo do TikTok é considerado um dos bens mais valiosos da plataforma, e o motivo para o seu sucesso, pelo que fará sentido que a ByteDance não se pretenda desfazer de um dos bens mais valiosos da rede.

Ao mesmo tempo, parece que a ByteDance não se encontra preocupada com a possível perda de receitas originárias dos EUA. As fontes indicam que as receitas provenientes dos EUA para o TikTok não são assim tão substanciais, com alguns dos executivos da empresa a indicarem que o bloqueio total da região teria apenas um “pequeno impacto” na plataforma como um todo.

Obviamente, o TikTok não vai desistir sem uma luta contra o governo dos EUA, sendo que se avizinham alguns meses complicados entre as duas partes. A plataforma deve avançar com o caso para os tribunais em breve, enfrentando os EUA e a nova lei agora aprovada.

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