
Com o lançamento do novo espaço dedicado à saúde no chatbot mais famoso do mundo, a grande questão que se coloca para muitos utilizadores não é sobre as funcionalidades, mas sim sobre a privacidade. Para responder a este receio, a OpenAI assumiu um compromisso claro: o que acontece no ChatGPT Health, fica no ChatGPT Health.
Ao contrário do que acontece nas conversas padrão, onde as interações podem ser utilizadas para refinar e melhorar os algoritmos, este novo modo opera sob uma política de isolamento de dados estrita, desenhada especificamente para lidar com informações sensíveis.
A promessa: "Não" ao treino de modelos
A principal distinção deste novo espaço é a garantia de que, por defeito, as informações de saúde partilhadas não serão utilizadas para treinar os modelos de fundação da empresa.
Durante os testes realizados, a mensagem apresentada no painel do ChatGPT Health é explícita: "Por defeito, as informações de Saúde não serão usadas para treinar os nossos modelos de fundação". Esta abordagem visa criar um ambiente onde o utilizador se sinta confortável para partilhar detalhes médicos, sem o receio de que esses dados acabem por ser absorvidos pela IA.
Além da política de não-treino, a segurança é reforçada com a recomendação de ativar a autenticação de dois fatores, adicionando uma camada extra de proteção ao acesso destes dados sensíveis.
Limitações e disponibilidade
É importante ressalvar que, apesar das garantias de privacidade, a tecnológica alerta que o ChatGPT não substitui um profissional de saúde. As respostas não devem ser encaradas como diagnósticos médicos ou planos de tratamento.
Para os utilizadores em Portugal, a espera continua. O ChatGPT Health está a ser disponibilizado para planos Gratuitos, Plus e Pro, mas não aparecerá, por agora, no Espaço Económico Europeu, na Suíça ou no Reino Unido, mantendo-se o bloqueio regional habitual para novas funcionalidades que envolvem dados sensíveis.










Nenhum comentário
Seja o primeiro!