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Microsoft lens

É o fim de uma era para uma das ferramentas de produtividade móvel mais icónicas da última década. A aplicação de digitalização de documentos, que começou a sua vida em 2014 como "Office Lens" no Windows Phone, chegou oficialmente ao fim do seu ciclo de vida. A Microsoft confirmou que a app Lens foi reformada, encerrando um capítulo de rebrandings e evolução que culminou no anúncio do seu descontinuamento no ano passado.

A decisão segue a estratégia da gigante de Redmond de consolidar as suas funcionalidades em aplicações centrais, evitando a dispersão de serviços que, hoje em dia, já se encontram integrados noutras plataformas do seu ecossistema.

O calendário do encerramento

De acordo com as informações detalhadas num documento de suporte, a Microsoft Lens para Android e iOS entrou oficialmente em estado de reforma no passado dia 9 de janeiro de 2026. Para os utilizadores que ainda dependem desta ferramenta no seu dia a dia, é importante ter em atenção as datas críticas que se avizinham.

O suporte técnico à aplicação terminará a 9 de fevereiro de 2026, data em que a mesma será também removida da Google Play Store e da Apple App Store. No entanto, quem já tiver a app instalada no seu dispositivo poderá continuar a utilizá-la para digitalizar documentos até ao dia 9 de março de 2026. Após essa data, a funcionalidade de criação de novos scans deixará de operar, embora o acesso aos ficheiros antigos permaneça possível através da conta Microsoft utilizada no último início de sessão.

A alternativa está na nuvem

Com o desaparecimento gradual da Lens, a empresa recomenda agora aos utilizadores a migração para o OneDrive. A aplicação de armazenamento na nuvem possui um scanner integrado, acessível através do ícone "+" situado na parte inferior do ecrã, oferecendo funcionalidades semelhantes às da app descontinuada.

Existe, contudo, uma diferença fundamental na forma como os ficheiros são geridos: ao contrário da Microsoft Lens, que permitia guardar os documentos localmente no dispositivo, o scanner do OneDrive obriga a que os ficheiros sejam armazenados diretamente no repositório da nuvem.

Esta mudança de direção é curiosa, considerando que, no ano passado, a tecnológica tinha sugerido a aplicação Copilot como a alternativa preferencial, indicando que seria aí que concentraria os seus esforços de inovação. Independentemente da plataforma escolhida, a mensagem é clara: a Microsoft Lens cumpriu o seu propósito, mas as suas capacidades vivem agora integradas noutros serviços da empresa.




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