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Xiaomi 17 Ultra

A corrida para a próxima geração de smartphones da Xiaomi já começou e parece estar a avançar a um ritmo alucinante. Com o nome de código "madrid", a futura série Xiaomi 18, prevista para o final de 2026, começa a revelar os seus segredos, e o destaque vai para um possível regresso dos ecrãs secundários, desta vez potenciados por inteligência artificial. No entanto, nem tudo são boas notícias para os fãs internacionais da marca.

O regresso do ecrã traseiro com "esteroides" de IA

As fugas de informação iniciais focavam-se, como é habitual, nas câmaras, mas relatórios recentes indicam que a grande inovação estética e funcional estará no chamado "Magic Back Screen". Contudo, tudo aponta para que esta funcionalidade seja um exclusivo do modelo Xiaomi 18 Pro.

Ao contrário de implementações passadas, que serviam pouco mais do que para tirar selfies com a câmara traseira ou ver notificações básicas, este novo painel promete uma integração profunda com o HyperOS. A ideia é transformar a traseira do telemóvel num ecrã secundário verdadeiramente funcional, capaz de exibir wallpapers dinâmicos, widgets de aplicações e até informações em tempo real, como o rastreio de voos, tudo gerido por IA para facilitar o controlo entre dispositivos.

Até ao momento, não existem indícios de que o modelo base, conhecido como Q3, vá receber este hardware. A Xiaomi parece estar a utilizar este ecrã traseiro como um fator de distinção importante para a gama "Pro", baseando-se em dados que indicam uma elevada taxa de aceitação desta característica nas gerações anteriores onde foi testada.

A incerteza global: Pro pode ficar restrito à China

Apesar das inovações, existe uma crença crescente de que o Xiaomi 18 Pro poderá nunca chegar às prateleiras internacionais. Historicamente, a fabricante chinesa tem optado por manter os seus modelos "Pro" exclusivos do mercado doméstico, lançando globalmente apenas a versão base e, mais tarde, a versão Ultra.

Esta estratégia, que já foi observada na atual série Xiaomi 17 (onde os modelos Pro e Pro Max ficaram retidos na China), sugere um cenário complicado para o final de 2026. Os consumidores globais poderão ter de escolher entre o Xiaomi 18 base, mais compacto, e o gigante Xiaomi 18 Ultra, sacrificando o acesso ao inovador ecrã traseiro com IA que define a variante intermédia.

Xiaomi 18 base não fica esquecido

Mesmo que a versão Pro não atravesse fronteiras, o modelo base do Xiaomi 18 prepara-se para ser uma máquina potente. As informações indicam que este modelo, que tem todas as características de uma versão global, contará com uma lente telefoto periscópica e um sensor de impressões digitais ultrassónico 3D em todas as regiões.

Além disso, espera-se que o dispositivo seja alimentado pelo processador Snapdragon 8 Elite Gen 6, garantindo desempenho de topo. Mais detalhes sobre as variantes globais deverão surgir quando os equipamentos começarem a aparecer nas bases de dados regulatórias, conforme indicam as discussões na rede social chinesa Weibo. Resta saber se a Xiaomi alterará a sua estratégia global para permitir que os utilizadores ocidentais experimentem a sua nova visão de ecrã duplo.




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