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A Microsoft tem mantido um ritmo acelerado no desenvolvimento do seu navegador, tendo lançado recentemente a versão 144 com várias melhorias, incluindo a pesquisa visual no ambiente de trabalho e um controlo mais granular sobre a visibilidade do ícone do Copilot. Agora, graças às informações disponibilizadas na página pública do roadmap do Microsoft 365, ficámos a conhecer duas novas funcionalidades de segurança orientadas para o setor empresarial que estão a ser testadas.

A gigante tecnológica começou a monitorizar duas ferramentas que se encontram atualmente em fase de pré-visualização (preview) para o Microsoft Edge. Estas novidades visam reforçar a proteção de dados sensíveis e ajudar as organizações a manterem a conformidade com as normas de privacidade.

Marcas de água digitais para maior confidencialidade

A primeira grande novidade é a proteção por marca de água ("watermarking protection"). Esta funcionalidade permite aos administradores de TI configurar uma marca de água persistente sobre qualquer dado sensível que esteja a ser exibido no navegador. O objetivo principal é relembrar constantemente os utilizadores finais sobre a confidencialidade da informação que estão a visualizar, desencorajando capturas de ecrã não autorizadas e promovendo o cumprimento das regras da empresa.

A empresa de Redmond relembrou os administradores que, para esta funcionalidade ser ativada, o conteúdo sensível deve ter políticas de prevenção de perda de dados (DLP) já configuradas através de uma ferramenta externa.

Nesta fase inicial, a marca de água é apresentada com uma mensagem de aviso de confidencialidade fixa, acompanhada pelo nome de utilizador e a data/hora atual. No futuro, a Microsoft planeia suportar marcas de água dinâmicas e oferecer um controlo mais refinado sobre o seu comportamento. Para já, a utilização requer acesso ao portal do Edge Management Service, uma licença Microsoft E3 ou E5, e pelo menos a versão 142 do Edge no canal "Targeted Release".

Controlo reforçado da Área de Transferência

A segunda funcionalidade em destaque é a "Protected Clipboard" (Área de Transferência Protegida). Esta ferramenta aplica rigorosamente as políticas de DLP para controlar a exfiltração e infiltração de dados entre aplicações na nuvem geridas e não geridas. Essencialmente, impede que dados corporativos sejam copiados e colados em locais não autorizados.

Os requisitos para tirar partido desta capacidade incluem, idealmente, a versão mais recente do Edge for Business, uma licença Microsoft 365 E3 ou E5 com políticas DLP geridas pelo Purview, suporte para Intune MAM e acesso ao portal de gestão do serviço. Pode ler mais detalhes técnicos sobre a Área de Transferência Protegida na documentação oficial da Microsoft.

Ainda não existe uma data oficial para a disponibilização geral destas funcionalidades, mas o facto de já estarem disponíveis para teste demonstra o compromisso contínuo da empresa em reforçar a segurança no ambiente empresarial.

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