
A atualização de março de 2026 parece ter introduzido um problema de carregamento frustrante para alguns utilizadores de equipamentos Google que dependem da funcionalidade nativa de limite de bateria a 80%. Segundo as queixas partilhadas no Reddit, os telemóveis perdem drasticamente a velocidade de carregamento quando se aproximam deste limite, parecendo por vezes parar completamente antes de o atingir.
Queda drástica na velocidade de carregamento
O problema surgiu pouco depois de a Google ter começado a disponibilizar a atualização de segurança de março de 2026, afetando vários modelos recentes, incluindo as séries Pixel 9 e 10. Os utilizadores indicam que o carregamento decorre normalmente até atingir valores entre os 74% e os 78%. A partir desse momento, a potência exigida cai dos habituais 9 a 10W para menos de 1W.
Isto coloca o telemóvel num estado de carga extremamente lento. Como consequência, alcançar os últimos pontos percentuais até ao limite configurado pode demorar entre 30 minutos a quase uma hora em algumas situações. O abrandamento é consistente em várias sessões de carregamento, o que afasta a hipótese de se tratar de um processo de calibração pontual.
Informações incorretas e uma solução temporária
Além da lentidão, os equipamentos apresentam informações confusas no que diz respeito aos tempos. O ecrã de bloqueio continua a exibir a mensagem indicando que está a carregar rapidamente, apesar de a velocidade real ser muito inferior. Outros utilizadores notam que a estimativa do sistema para a conclusão do processo se torna irrealista, chegando a prever várias horas para alcançar a meta estabelecida.
A única forma de contornar este comportamento de momento é desativar totalmente a opção de proteção. Quando o limite é desligado, a velocidade volta ao normal imediatamente, ultrapassando o bloqueio e chegando aos 100% sem qualquer abrandamento anómalo provocado pelo sistema de gestão.
Ainda não é claro se a empresa alterou o funcionamento desta opção de forma intencional para reduzir o stress térmico e preservar a longevidade a longo prazo, ou se se trata de um erro de software introduzido na recente atualização. No entanto, a gravidade do atraso, combinada com os equipamentos que parecem ficar bloqueados durante longos períodos, leva a crer que será uma falha não intencional. O caso já foi reportado através dos canais oficiais de feedback e os registos do sistema foram enviados para a equipa responsável, aguardando-se uma correção numa futura atualização de software.












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