
A fabricante chinesa lançou recentemente o seu mais poderoso tablet, mas parece que as novidades não ficam por aqui. De acordo com informações avançadas pelo Huawei Central, um novo modelo mais pequeno e igualmente potente encontra-se em fase de desenvolvimento para satisfazer os consumidores que procuram portabilidade sem sacrificar o desempenho tecnológico.
O projeto Dali e as suas características
O informante FixedFocus, conhecido na rede social Weibo pelas suas fugas de informação, revelou que este novo equipamento da Huawei avança internamente sob o nome de código Dali. A ideia central passa por oferecer uma edição reduzida do MatePad Pro Max original, mantendo a espessura extremamente fina que caracterizou a versão anunciada no início de maio.
No que diz respeito ao hardware, o modelo atual surpreendeu o mercado com o seu processador da série Kirin T, capaz de rivalizar com o poderoso Kirin 9030 Pro, e uma lente fotográfica multiespectral inédita. Estas características de excelência deverão transitar diretamente para a versão mais pequena. A única diferença substancial será a capacidade da bateria, que logicamente terá de ser inferior aos 10.400 mAh do modelo maior devido às naturais limitações físicas do novo chassi.
Um segundo semestre repleto de novidades
O calendário da marca asiática para a segunda metade de 2026 afigura-se bastante preenchido. As informações partilhadas apontam que esta variante compacta poderá ser apresentada de forma oficial já no mês de setembro, partilhando o palco com a aguardada linha de telemóveis Mate 90. Nos bastidores, fala-se ainda no desenvolvimento do MatePad Mini 2 e numa renovação mais abrangente de várias opções do catálogo de tablets.
Até ao momento, a empresa mantém o silêncio sobre estes rumores. Esta postura reservada é habitual antes dos grandes eventos de revelação, especialmente após um período intenso de lançamentos em junho, que incluiu a chegada de equipamentos como o Nova 15 Max, a edição HONMA do Watch GT 6 Pro e o MatePad Mini a vários mercados globais, como o brasileiro.
Para o mercado português e europeu, um tablet topo de gama num formato mais reduzido pode representar a alternativa ideal para o consumo diário de multimédia e leitura, preenchendo uma lacuna importante no atual segmento premium de equipamentos móveis.












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