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A Google encontra-se a ser acusada de ter partilhado informação de utilizadores na sua plataforma junto das autoridades, de acordo com a conclusão a que chega o portal The Guardian.

De acordo com documentos revelados sobre o departamento de crimes digitais da Google, conhecido como CyberCrime Investigation Group (CIG), a empresa tem vindo a partilhar alguma informação com as autoridades de vários países sobre os utilizadores da empresa, onde se inclui nomes, moradas completas, emails e até mesmo o endereço IP usado para acesso aos serviços.

A CIG terá mesmo partilhado alguns dos comentários destes utilizadores contendo tem conteúdo racista ou violentos. Apesar de a medida fazer parte dos planos da empresa para fornecer informação às autoridades sobre possíveis casos de crimes dos quais a plataforma esteja a ser palco para distribuição, algumas fontes protetoras da privacidade dos utilizadores apontam que a Google apenas se encontra a distribuir esta informação como forma de descartar responsabilidades, sem resolver o problema.

Ao que tudo indica, a Google terá fornecido a informação dos utilizadores às autoridades, mas os conteúdos em violação que levantaram o alerta em primeiro lugar ainda permanecem ativos e acessíveis – nomeadamente comentários em plataformas como o YouTube.

Um dos exemplos descritos pelo portal encontra-se sobre um utilizador do YouTube, que terá comentado em vários vídeos do tiroteio de El Paso, sublinhando tendências em como o mesmo poderia ter realizado as mesmas ações que o atirador, e no seu canal do YouTube encontravam-se vários vídeos que demonstravam como realizar explosivos caseiros. O YouTube terá removido o canal mas sem remover os comentários deixados pelo utilizador em diversos vídeos – alguns dos quais com conteúdos racistas e violentos.

Noutro exemplo, um utilizador que estaria a utilizar a sua conta da Google para distribuir comentários ofensivos contra os judeus, terá tido a sua conta do YouTube bloqueada, mas ainda manteve a conta da Google ativa – nomeadamente em serviços como o Gmail.

Não existem duvidas que o fornecimento de detalhes dos utilizadores será algo que se encontra previsto nos termos da Google, mas várias organizações encontram-se preocupadas com o facto que a Google encontra-se a trabalhar pouco para resolver realmente o problema, e apenas fornece a informação como forma de se descartar.

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