1. TugaTech » Internet e Redes » Noticias da Internet e Mercados
  Login     Registar    |                      
Siga-nos

lua em destaque

O ano de 2026 ainda mal começou e já nos brinda com eventos astronómicos de relevo. Este sábado, dia 3 de janeiro, marca uma coincidência cósmica interessante: teremos a oportunidade de observar a primeira superlua do ano, no mesmo dia em que o nosso planeta atinge o ponto de maior proximidade com o Sol.

O regresso da Lua do Lobo

Se as condições meteorológicas colaborarem, os entusiastas da astronomia poderão observar um satélite natural mais imponente do que o habitual. O fenómeno ocorre quando a fase de Lua Cheia coincide com o perigeu, o ponto da órbita lunar em que esta se encontra mais perto do nosso planeta.

Neste sábado, a Lua estará a uma distância de aproximadamente 362.312 quilómetros. Esta proximidade resulta numa aparência, para quem observa da superfície terrestre, cerca de 14% maior e 30% mais brilhante do que uma lua cheia convencional.

Nos Estados Unidos, este evento de janeiro é popularmente conhecido como "Lua do Lobo". A designação tem raízes nas tradições dos nativos americanos, associada à época do ano em que os uivos dos lobos eram escutados com maior frequência e intensidade.

Para quem não quer perder a oportunidade, o melhor momento para a observação será logo após o pôr do sol. Vale a pena aproveitar, uma vez que, segundo o Science Alert, a próxima superlua só está prevista para novembro de 2026.

Terra em aceleração máxima

Enquanto olhamos para a Lua, o nosso próprio planeta estará a protagonizar o seu próprio marco anual. Às 17:00 deste sábado, a Terra cruza o periélio, o ponto da sua órbita elíptica mais próximo da estrela central do sistema solar.

Nesse momento, estaremos a "apenas" 147.099.894 quilómetros do Sol, cerca de 2,5 milhões de quilómetros mais perto do que a média habitual de 150 milhões. Este fenómeno contrasta com o afélio, que ocorre no início de julho, quando o planeta se encontra na sua distância máxima.

Esta aproximação tem efeitos diretos na física do nosso movimento no espaço. Devido à mecânica celeste, quando está mais perto do Sol, o planeta move-se mais depressa na sua órbita. Durante este período, a velocidade de deslocação ronda os 30,5 quilómetros por segundo (km/s), o que representa um aumento de cerca de 1 km/s em comparação com a velocidade registada durante o verão no hemisfério norte.

Foto do Autor

Aficionado por tecnologia desde o tempo dos sistemas a preto e branco

Ver perfil do usuário Enviar uma mensagem privada Enviar um email Facebook do autor Twitter do autor Skype do autor

conectado
Encontrou algum erro neste artigo?



Aplicações do TugaTechAplicações TugaTechDiscord do TugaTechDiscord do TugaTechRSS TugaTechRSS do TugaTechSpeedtest TugaTechSpeedtest TugatechHost TugaTechHost TugaTech